sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Quibe de ricotta e malte e uma cabeça bagunçada

Escrevi e apaguei o texto desse post um milhão de vezes. Um texto de introdução para um quibe vegetariano. Pode? Pode. Minha cabeça está em outro lugar. Totalmente.

Está na pimpolha agitada dentro de mim, pronta para vir, só esperando começar a ser espremida para fora. Porque me disseram que pode vir uma semana antes, e eu fiquei ansiosa. Porque me disseram que as contrações podem ser mais leves na segunda vez, e eu, que estava até agora tranquila esperando as mesmas dores do Thomas, agora fico confundindo contração com indigestão.

Está no pimpolho que mês que vem começa a escola pela primeira vez, e eu fico paranóica achando que a pequena nascerá antes que eu possa ir comprar o uniforme, e que não há nada pronto, e que ainda não achei a térmica que eu queria para ele levar o lanche, e que não sei como será ter outro ser humano, fora de minha família direta, cuidando da minha cria.

Está na minha dificuldade de encontrar com quem trocar figurinhas, porque maternidade virou essa competição louca de quem está certa e quem está errada, e não existe mais uma troca saudável de experiências diferentes, e não existe mais meio termo. Ou você é totalmente moderninha ou totalmente natureba. E parece que estamos todas nos esgoelando para estarmos certas, seguirmos as técnicas corretas, mostrarmos que nossos filhos serão melhores que os dos outros porque nós fazemos escolhas melhores, ao invés de simplesmente seguirmos nosso instinto e fazermos o melhor possível para aproveitar cada fase das crianças enquanto elas ainda são crianças. E trocarmos figurinhas. E abrirmos nossa mente para outras opções e possibilidades que podem advir de uma conversa saudável com pessoas que fazem diferente de você. Foi libertador dar o braço a torcer durante esses quase dois anos de maternidade, e ver que as teorias que eu tinha firmes em mim nem sempre estavam certas. Pelo menos não para mim e não para o meu filho. E eu dei açúcar ao Thomas antes dos dois anos, e ele usou fraldas descartáveis, chupou chupeta, vê desenhos animados para eu poder trabalhar, come ketchup Heinz com sua fritatta orgânica de talos de espinafre e está indo à escola antes dos três anos.

Sinto que, de modo geral, as mães hoje em dia estão muito radicais e muito na defensiva. E isso só torna a experiência de ser mãe uma coisa extremamente solitária. Principalmente para alguém como eu, cuja irmã, cunhada e amigos mais próximos ainda não têm filhos. E eu já estou no segundo. E acabo tentando trocar figurinhas internet afora ou com mães de parquinho, e me vejo com medo de contar qualquer coisa, dividir qualquer dificuldade ou sucesso, medo de ser massacrada.

E minha cabeça não pensa no quibe vegetariano, pensa nisso. Pensa que serei mãe de dois agora. E que queria companhia para o chá com bolo, como vi minha mãe fazer com as amigas durante minha infância, para dividir sem ser (muito) julgada, para compartilhar informações e, de repente, mudar de ideia, ajudar ou ser ajudada.

Para quem também é mãe e já deu uma olhada feia para outra mãe coitada, fica o apelo: sejamos mais companheiras. Lembremos que somos mulheres diferentes, criando seres humanos diferentes em circunstâncias diferentes, e que não há um jeito certo de fazer as coisas que seja certo para todo mundo em todas as instâncias. Sejamos mais tolerantes umas com as outras e não ilhas de sabedoria suprema.

Foi nesse esquema de divisão de informações durante um cafezinho que essa receita de quibe vegetariano caiu nas mãos de minha mãe, há muitos anos atrás, quando eu era estritamente vegetariana e nem peixe comia, o que a enlouqueceu um pouco, pois não sabia o que cozinhar para mim. Fiz apenas duas adaptações à receita: a original levava um pacote de sopa de cebola, que substituí por 1 colher (chá) de assafétida (opcional), algumas alteraçõezinhas para facilitar a medida da receita, e usei o bagaço de malte da minha cerveja no lugar do trigo para quibe, por sugestão de minha sogra, que fez o mesmo com uma receita de quibre tradicional, com carne. Tanto com o malte como com o trigo esse quibe fica delicioso, muito perfumado de especiarias, e acho até que se fosse servido a um carnívoro, ele não notaria que não há carne na receita. (Também acho que pode ser moldado como quibezinhos para serem fritos.)

Pimpolho devorou sua porção. E enquanto ele comia, "nham-nham", eu já não pensava no quibe, mas na pimpolha por vir, se ela terá o mesmo delicioso apetite, se será risonha, se será sapeca, se vai saber o que fazer com um giz de cera, ao contrário do irmão, que apanha os pedaços coloridos e brinca de jogar embaixo dos móveis. E penso na escola, no muffin de milho que será provavelmente o primeiro lanche do Thomas, se a professora vai ajudar a colocar o chá no copo, se ele vai desembestar a falar, finalmente. E penso nas mães da escola, se haverá alguma com quem eu me dê melhor, se poderei tomar chá com bolo com ela enquanto nossos filhos brincam juntos.

QUIBE DE RICOTTA
Tempo de preparo: 20 min. + 30 min. de forno
Rendimento: 6 porções

Ingredientes:
  • 1 xic. trigo para quibe (ou 2 xic. de bagaço de malte)
  • 3 batatas médias
  • 1 colh. (sopa) manteiga
  • 500g ricotta fresca sem sal
  • 1 cebola grande picada
  • 1/2 xic. folhas de hortelã fresca, picadas
  • 1/2 xic. folhas de salsinha, picadas
  • 1 colh. (chá) orégano
  • 1 colh.(chá) canela em pó
  • 1 colh. (chá) noz moscada ralada na hora
  • 1 colh. (chá) assafétida (opcional)
  • 1/4 colh. (chá) pimenta-da-jamaica moída
  • 1/4 colh. (chá) cravos moídos
  • sal a gosto
  • pimenta-do-reino a gosto

Preparo:
  1. Se estiver usando o trigo, coloque-o de molho em água por 1 hora. Escorra e reserve. No caso do bagaço de malte, apenas esprema numa peneira para retirar o excesso de líquido.
  2. Cozinhe as batatas até que fiquem bem macias. Amasse com um garfo (com casca mesmo), até virar purê, e junte a manteiga, mexendo até que ela derreta.
  3. Junte a ricotta, a cebola, as ervas frescas e os temperos e misture bem. Junte o trigo ou bagaço de malte, misture bem e acerte o tempero. 
  4. Despeje numa travessa refratária untada com azeite, passe um garfo na superfície, criando listras, e leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 30 minutos, ou até que a superfície esteja bem dourada.

 

57 comentários:

Ana Maria disse...

Ana, leio sempre mas comento pela primeira vez.

Eu gostaria de trocar figurinhas com você. Estou no segundo filho tb (uma menina de 4 e um menino de quase 3 meses) e sinto uma falta terrível de ter com quem conversar numa boa.

Tb trabalho em casa, tb gosto de cozinhar, enfim. Pena que a gente mora longe.

O parto do segundo: mais rápido, contrações mais doloridas, expulsivo mais fácil. A primeira com 39 semanas, o segundo com 38.

Se quiser conversar, dá um alô. A maternidade hj em dia acaba sendo bem solitária em alguns momentos. Boa sorte pra vc, boa hora.

Quéroul disse...

que texto fofo!
toda saúde do mundo pra pimpolha que vem chegando, e toda a alegria do mundo pros dias de descoberta escolar do Thomas.

felicidades pra vocês!

Anônimo disse...

Ana Elisa,
Vc é incrível, uma pessoa que admiro muito. Adoro os seus posts!Seu desabafo é muito compreensível nesse momento. Quantas pessoas não sentem o mesmo que vc mas preferem silenciar. Parabéns pelas palavras e tenha certeza que muitas pessoas hoje vão se sensibilizar com o q vc escreveu e mentalizar para que vc receba muita energia positiva, como eu estou fazendo aqui.
Que esse anijinho lindo traga muitas alegrias para vcs e bençãos para toda a família!!!
Um bjo carinhoso,
Mariana

Carolina Frîncu disse...

Ana, quase chorei. Estou na mesma por aqui... Minha família toda em SP e eu na PB. A família do marido, toda na Europa. Na igreja (somos líderes de uma pequena congregação no interior), só meus filhos pequenos. Tb troco muita informação por internet, mas não consegui criar um vínculo com ninguém "mãe-de-pequenos" por causa dos extremos. E é chato... se vc conta uma coisa legal do filho, compartilha uma habilidade, a outra se sente menosprezada. Se vc é natureba, mas resolve tomar sorvete de terceira, num parque qualquer com seu filho no aniversário dele e posta uma foto, wow! O mundo acaba. Muita crítica, pouca troca. Daí quero te dizer duas coisas. Uma, eu a-do-ro escrever e conversar. Tenho dois filhos pquenos (3 e 1 ano) e só não dou um pulo na sua casa agora com uma travessa de alguma coisa gostosa porque tô a 3mil km de ti. A outra coisa é, já ouviu falar do MOPS? Fiz uma amizade legal online, com a Cris (fromourhometoyour.blogspot.com). Se quiser, posso falar com ela, ou vc mesma (ela é solícita, incrivelmente aberta, mãe de 3 garotos e um doce de pessoa) pode pergutnar se há um MOPS perto de vc. É um grupo de mães de crianças em idade escolar (mothers of preschoolers). É só uma ideia. Como sempre, comment longo. Não precisa postar, ok? Mas, se quiser só falar (tem horas que a gente só quer falar, ainda mais nessa reta final, de espera incerta, com tantas mudanças por vir), deixe um recado no meu blog e eu te ligo! Sério, sério mesmo!! Ok... juro que não sou psicopata...hahahaha. Meu marido é pastor numa instituição séria... dá até prá verificar...rs... Bjão! Guenta aí!

Mari disse...

você é uma graça Ana! como eu queria que tudo fosse mais simples, que não houvesse essa constante batalha de egos...
mas enfim, desejo tudo de melhor no seu parto e nessa nova fase com 2 sapequinhas! calma que no fim tudo se ajeita! rs.

Já pensou em formar um grupo fechado no facebook? vc adiciona suas leitoras, e essas leitoras podem adicionar outras mamaes até formar uma rodinha legal pra vcs trocarem figurinhas sem stress

ila fox disse...

Não tenho filhos, e pra falar a verdade nem penso em te-los. Mas sinto o mesmo em relação as mães... :-/

Estou naquela faixa etária que começam a pipocar amigas com filhos. E a impressão que tenho é que rola uma competição velada entre todas: "A minha filha já sabe andar!", "Ah meu filho largou da fralda rapidinho!", "A minha filha come de tudo!", "O meu já sabe ler!". Até eu que não faço parte deste universo materno fico chocada com a falta de companheirismo.

Enfim, espero que consiga encontrar uma amiga-mãe que possa compartilhar um café da tarde regado de muita conversa!

Caroline disse...

Hola, nossa parece q me vi descrita no seu post-desabafo. Acabo de ter meu terceiro filho, o mais velho tem 4a7m, a do meio 1a8m, moro longe de todo mundo da família, tb não tenho com quem conversar sem ter que me defender toda hora das minhas escolhas: ter tido 2 deles em casa, não dar porcaria, não tomam refrigerante em casa, deixei meu trabalho para cuidar deles etc... Mas é como vc disse cada família é um universo, mas as pessoas não querem compreender q essa é a realidade, q cada casal faz de um jeito... infelizmente queremos ser diferentes, mas q todos sejam iguais!
Não esquenta sobre o parto... todas as fases do TP serão mais rápidas, essa é a diferença, e vc é agora uma mulher diferente de qdo teve o primeiro... mas diferente da Ana Maria, meu primeiro com 40 sem, a segunda com 41, o terceiro pobre, foi x indução as 37 x problemas de uma placenta meia boca que ele teve!
Sorte querida... uma boa hora!
Caroline

Cynthia Nogueira disse...

Ana,

Te mandei um mail.
Isolamento costuma render muito mais linhas...
Abs!

Patrícia disse...

Ana!

Não tenho filhos, mas muitas das minhas amigas estão grávidas ou têm filhos pequenos. E sinto isso mesmo: muitas delas sentem-se "donas da verdade", mas ouço verdades bem diferentes. :)
O que me parece acontecer, sobretudo quando nasce o primeiro filho, é que tudo depende do médico que escolheram. Um diz que a canela é proibitiva, a outra bebe leite com canela todos os dias; um não aconselha o voador, a outra diz que sim; os filhos de uma começam a dormir sozinhos aos 3 meses, os da outra nem pensar!

Enfim...é mesmo isso que dizes: as pessoas são diferentes e, como se costuma dizer por cá, "nem tanto à terra, nem tanto ao mar". Haja equilíbrio. :)

Em Maio passado uma das minhas amigas teve 2 rapazes, lindos, lindos! Ainda me lembro da voz dela assustada quando me ligou a dizer que estava grávida de gémeos. Mas sabes, tem sido uma felicidade e tudo se resolve quando o amor é imenso!

E contigo tenho a certeza que se passa da mesma forma: o amor é imenso!

Abraço apertadinho*

Livia Luzete disse...

Me senti muito tocada por seu post.
Meu primeiro filho,tive ao meu lado uma vizinha e amiga que teve na mesma semana que eu o terceiro filho dela. Então por toda minha gravidez e tudo o que segue tive essa "irmão" mais velha. E não havia concorrência. Mas via sim,uma necessidade visceral das outras mães de alardearem que seus filhos já faziam isso ou aquilo (e eu pensava...pq na maioria das vezes pareciam só macaquinhos de circo). Eu respondia:
"Quem bom!!!"
Quando eu estava de saco cheio:
"Quem bom. Ele é normal!!!"

E o que eu não fazia era falar do meu pimpolho, já tinha meu marido,os tios,os avós,a babá & família. Estava bom.
A segunda, tive perto de minha mãe,num lugar de sol o ano inteiro e isso ajudou a não ter doenças de inverno. Já estava escolada, trabalhava como uma louca e nao tinha tempo de sentir essa falta. Pq há muito eu já tinha me consolado que onde moro as pessoas fazem muito diferente do que eu em relação a higiene, modos, o que oferecer de alimento e tal.Então, não seria com as mães daqui que eu queria essa troca.

Fico muito triste,pq o que vc falou é a pura verdade. Eu acompanho algumas comunidades blogs maternos e é só o que vejo:ego, alter-ego, super-ego, monstro-ego.

Eu curto as conquistas dos bebês das minhas amigas e até das amigas virtuais que acompanho os blogs. Torço por cada momento, adoro ir lá e saber oque está acontecendo,como estão descobrindo o mundinho.Mas infelizmente vejo que as mães da era atual tem esse defeito, só os dela é que faz melhor!

Olha Ana, tem um monte de gente querendo fazer um bolo agora e ir até aí,amassar de beijo o pequeno metaleiro, jogar bola pro Nhoque e tomar muito chá gelado contigo.
Fica aqui minha mentalização que essa falta vai passar, que seu parto será tranquilo e logo uma boa rotina(doida,é deveras..rsrs)vai se instalar.
Beijo no barrigão!

Fernanda Amarante disse...

Ana, logo tudo vai ficar bem. Você é um doce e seus bambini também serão, sempre. Essa semana comi um quibe vegetariano aqui em BH que adoro, leva abóbora na massa e grão de bico no recheio. É frito, gordo, delicioso!!! Ninguém fala que não é de carne. Quem sabe um dia você testa? Beijos e boa sorte!!!

Bel disse...

Nossa, Ana, vivi uma situação parecida. Para encurtar, meu segundo filho nasceu no 1º dia de aula do primeiro.Fui levá-lo já com contrações leves mas prometi que buscaria. Quando fui buscá-lo,as contrações já estavam mais fortes e o médico avisado.Mas eu tinha que ir. Deixei-o em casa e fui direto para o hospital, já com dores bem mais fortes. O pequeno nasceu por volta de 3 horas. Penso, Ana, que criar o 2º é bem mais fácil. Apesar de serem 2 crianças pequenas e lógico, ter mais trabalho, por outro lado, já temos a experiência do 1º filho, e assim, apesar do trabalho ser maior, é mais tranquilo, menos ansiedades, menos dúvidas e receios. Menos conflitos. Pensei que seria mais difícil, porém, me surpreendi. Sobretudo, é muito gostoso descobrir-se com dois filhos, duas vivências. É muito bom. Aproveito para repetir o que Ana Maria comentou logo acima: realmente o 2º parto é mais dolorido porém mais rápido.Te desejo uma boa hora e muitas, muitas alegrias que hão de vir!

Roberta Vasconcelos disse...

Oi Ana,
Se eu fosse na sua casa para um dedo de prosa, tomaria a liberdade de pedir um pão fresquinho perfumando a casa. E te levaria os pés-de-moleque que acabei de aprender a fazer com minha tia querida, porque sei que as empadinhas da minha vó não iriam agradar. E te falaria que, mesmo não tendo filhos ainda, sou observadora do desenvolvimento humano, já trabalhei muito com crianças e vejo o acumular-se das mesmas bobagens que você vê. E que percebo também que essas coisas não são assim tão novas, se reeditam com roupas "da última moda" as malezas humanas de sempre, as pequenas lutas por poder e status, que não levam a lugar nenhum. Te perguntaria se você não lembra de como na faculdade havia bobagens do tipo, ou quando você era adolescente, ou quando penava com a competição no colégio... E te diria para não ficar desanimada nesse mergulho nas lembranças, pois enquanto elas nos contam que o ser humano fica perdendo tempo com picuinhas, também nos sussurram doces certezas, de companhias que eram simplesmente companhias, sem julgamentos ou competições. E nos lembram das outras companhias que estão conosco e das que ainda vamos encontrar. E de que a vida tem sempre esses dois temperos, ficando para a gente o desafio de degustar aquele que vale mais a pena.
E te diria por fim que fico aqui me perguntando se a sua pequena será como eu a segunda filha nascida num final de janeiro, e se os aniversários dela serão sempre em dias de chuva como os meus... Será?
Um grande abraço de alguém que já se sente sua amiga.
Roberta

Anônimo disse...

Ana, não tenho filhos, apesar da pressão total e impressionante das pessoas para que eu os tenha. Mas, acho maravilhoso como vc cria seu filho comendo de tudo, ou pelo menos, tentando. Tudo saudavel. Ele come especiarias, verduras, legumes, muito mais facil do que outras crianças. Eu comento com algumas amigas e escuto: Nossa, isso não pode!! Não pode? O que não pode é um monte de balas horrorosas e pirulitos que estas crianças comem por ai. Talvez quando eu tiver meus filhos, me sentirei um pouco como vc, porém fique tranquila, vc está seno uma ótima mãe ao seu modo. Não ligue para padrões. Parabéns.
Renata - Santos/SP

Luciana Betenson disse...

Ana querida, também não sou especialista em nada, nem mãe natureba e nem mãe moderninha, mas uma mãe que falhou e que acertou em proporções parecidas rsrs... Estou à disposição :-) Agora, morando em SP,estou mais perto. Queria te ver e apertar este fofo do Thomas. Para mim o mais difícil desta fase foi, de longe, administrar os ciúmes do filho mais velho. Foi dureza! O bom é que com o tempo se não passa melhora muito. Mas a gente sempre fica naquelas de tentar dar a mesma atenção aos dois. Coisas de ser mãe :-)Beijocas! Fique bem!

Anônimo disse...

Oi Ana,
Mesmo não tendo filhos ainda, sempre que escuto as preocupações da minha melhor amiga que já tem dois pequenos lindos (Pri, 08 anos e Jehe, 05) percebo que ela fica, pelo menos, mais aliviada. E na maioria das vezes nossas conversas são por internet ou telefone, pois ela mora em Sant Luis (Argentina) muito longe de mim...
Gostaria que você soubesse que é minha convidada especial para um chá (quando vier a BH ou quando eu for a São Paulo). Ainda não tenho filhos, mas em julho vamos começar a tentar, pode ter certeza que já tenho um milhão de dúvidas, questionamentos e certezas também. E que o seu blog para mim é como uma escola!
Você e toda sua família estão em minhas orações, com certeza, você continuará sendo uma mãe maravilhosa e fará tudo da melhor maneira possível, é só ficar tranquila.
Beijos carinhosos e que Deus te abençoe sempre!
Thatiana Bandeira

Cristina disse...

Menina, que engraçado seu texto! Não no sentido de cômico, claro, mas de curioso... Tenho uma cunhada que comprou um livro de mecânica de automóveis alguns meses antes de sua primeira filha (minha sobrinha) nascer. O livro discorre sobre a criação de um bebê como se ele fosse um carro - e eu achei isso a coisa mais estranha do mundo, mas não falei nada, é claro... Hoje minha sobrinha tem 3 anos, é fofa, mas não consigo mais conversar com a cunhada, porque ela não aceita nada diferente daquilo que ela pensa que está certo para a menina, ou seja: não pode dar nem uma casquinha minúscula de pastel prá menina, mas a mãe compra sempre umas tortinhas prontas salgadas de massa podre, pode? Ela é tão metódica, tão insuportável e arrogante que não temos (nem eu nem minhas irmãs e mãe) condições de falar nada, daí eu me afastei... Isso é muito chato e desagradável, e entendo perfeitamente sua angústia de tomar chá com alguém que dialogue contigo, não com um sargentão... Não tenho filhos mas te entendo muito bem. Boa sorte, querida, espero que encontre alguma mulher que queira compartilhar algo lindo contigo, fico na torcida, ok? Beijão. Ah, adorei a receita, vou fazer!

Madri disse...

Bom dia à gravida mais linda! e do blog mais fabuloso.
Se você quiser a minha companhia para um tomar um bom chá estou aqui! Ana, seu coraçãozinho está apreensivo não é pra menos.
Estou aprendendo muito com você (você não tem noção). Aos 27, estou grávida o meu primeiro filho, estou ansiosa, com medos, tuo é novidade pra mim... Obrigada e S2 por compartilhar suas experiências, abrir sua vida, casa e cozinha... Me sinto feliz quando lei o La Cucinetta, espero ansiosa por notícias de comida e família, pela Ana que tenho tanto carinho. Atenciosamente, Madriany.

Rose disse...

Não tenho filhos, mas sempre achei - continuo achando - que acontece uma coisa estranha com as mulheres quando dão à luz. Parece que no momento do parto lhes é injetada, de alguma forma, a certeza de que são as únicas pessoas do mundo que estão certas, não apenas em relação ao que é melhor para seus filhos, mas em tudo. O tal "soro materno" também lhes faculta o "direito"de fazer qualquer coisa, se acharem que devem. Como estacionar em fila dupla para a criança não precisar andar e de quebra aprender desde cedo como desobedecer leis e ignorar os direitos dos outros. É muito chato. Mas você, Ana, é uma mulher muito sensata. Tenho acompanhado seus comentários sobre seu filho e sua segunda gravidez e repito o que já disse antes, quando Thomas nasceu: eles tem sorte de tê-la por mãe. Serão saudáveis, felizes e bem educados. E desejo que consiga encontrar uma mãe-amiga com a qual possa partilhar chá, bolo e ótimas conversas.

Anônimo disse...

Querida Ana, acabei de ler seu texto e só então percebi que meu rosto estava cheio de lagrimas. Tenho uma filha linda de 23 anos e até hoje muitas duvidas sobre a maternidade, mas hoje isso ja não me incomoda tanto como antes, afinal o que seria de nós mães se fossemos perfeitas, não teria graça, não é ? Siga sempre seu instinto de mãe e mulher e tudo vai ser mais facil, muitos beijos, felicidades, CIDA

Débora disse...

Ana,

Ainda sou tentante do segundo filho (há quase dois anos já), então não posso dizer nada quanto a ser mãe de dois.

Mas te desejo uma boa hora, muito leitinho e muitas coisas boas ao lado dos dois filhotinhos.

Agora, eu também sentia o mesmo em relação as outras mães.
Já estive nas duas extremidades e até no meio. Hoje escolhi não estar em lugar nenhum. Sabe porque?
Justamente porque eu aprendi que não existe mãe igual, porque somos pessoas diferentes e que instintivamente, eu sei o que é bom pro meu filho.

Pode parecer meio absurdo mas, eu percebi que as vezes, a troca de figurinhas não é necessária...

Assim, te confesso que deixei de ver o "radicalismo".

Beijos e tudo de bom!

Pixel Trixie disse...

Tive meu Tomás aos 25, 3 anos atrás, o que tornou minha experiência materna muito, mas muito solitária. Meus irmãos sequer vislumbram a paternidade, meus amigos e amigas tampouco. Não entrei em grupo nenhum da internet porque conhecidas que frequentam só vejo reclamando, justamente desse tipo de atitude. Acho triste. Não só esses fóruns de competição aberta, mas tudo que tem a ver com esse jeito dogmático de levar a maternidade. Acho que por isso me isolei no meu canto, também esperando encontrar uma alma perdida como a minha lá na escola do meu filho - ainda não aconteceu. Mesmo assim, não estou imune a julgamentos alheios pelos mais diversos motivos possíveis, das mais diversas fontes imagináveis.

Acho que as pessoas estão muito inseguras, aí qualquer comentário, desabafo, pergunta ou sei lá eu o quê, leva-se como um ataque pessoal, uma crítica negativa, uma afronta. Isso complica qualquer relação de troca de experiências, pois é obvio que uma não vai ser igual a outra. É ingenuidade pensar que o que funciona pra uma família necessariamente funcionará pra outra assim num passe de mágica.

Aí tudo que funciona pra alguém vira verdade absoluta, enquanto todo o resto deve ser descartado, sem a menor pausa para reflexão.

Nada contra ler livros, nada contra ter opiniões fortes, mas tenhamos também sensibilidade, flexibilidade e humildade para entender que não tem só uma resposta certa pra essas coisas, se é que tem resposta certa…

Enfim, também sonho com o dia que tomarei chá com bolo com outra mãe, trocando figurinhas e dando risada despretenciosamente, como amigos tomam cerveja resolvendo os problemas do mundo.

Anônimo disse...

Ana,


Sou mãe de dois meninos e brinco que sou a escrava do lar por ter três homens em casa. Alguns dizem que sou a rainha e eu respondo que para chegar ao posto de rainha, tem muito chão de escravidão. É um trabalho árduo, porém recompensador...sempre teremos a dúvida de se estamos fazendo "o melhor" e "o certo", mas o importante, é tentar fazer "o melhor" e "o certo" e a gente só consegue isto trocando figurinhas e não se enclausurando nas nossas próprias convicções. Boa hora e que a pequena venha com muita saúde!!!

Ana Sílvia Laurindo disse...

Bom dia, Ana. Entendo perfeitamente o que você sente...já senti o mesmo e vou te dizer que seus posts pós-maternidade já me ajudaram muito. Também vi minhas convicções caírem por terra ainda na maternidade. Sempre me incomodo com pessoas querendo me dizer o que fazer e o que não fazer...como se eu não tivesse o direito de errar tentando acertar. Até minha querida mãezinha, que faz tudo por mim e cuida da minha bebê, me coloca uma pressão desnecessária... Temos que relevar, as pessoas não fazem por mal na maioria das vezes. E seguir nossa intuição, pois ninguém conhece nossos filhos melhor do que nós.
Estou em Curitiba, se estivesse mais perto, iria adorar tomar um chá contigo. E minha pequen a Marina iria adorar brincar com Thomas - ela tem 1a6m e, por enquanto, só gosta de brincar com meninos. Uma boa hora pra você!

Abraço
Ana Sílvia

salesol disse...

É menina, é assim que me sinto as vezes. Na verdade, muitas vezes por dia. Estou com apenas 20 semanas e absolutamente tudo é novo e um pouquinho assustador para mim. Minhas questões ainda se concetram basicamente no parto, se vou ter leite ou não, se vou dar conta sozinha de cuidar de tudo, se o medo que eu sinto já está passando para a criança, se vou acertar ou errar nas coisas mais simples. As mães estão muito agressivas ultimamente e nós marinheiras de primeira viagem as vezes se sentem calouras entrando na universidade e sendo massacradas por pessoas que "já" são poços de experiência só por que já tem seus bebês em mãos.

Mas não me entristeço não, sigo feliz da vida sentindo os primeiros chutes, e escutando as mesmas frases de efeito do tipo "ah, minha filha agora se prepara que vai chutar até você não aguentar mais"... Ou ainda o terrorismo da amamentação com um ranking de histórias tristes e mal sucedidas cada vez mais acirrado, a última que escutei é que recem nascidos mamam a cada 30 minutos...
E trabalho de parto é para poucas que deram a sorte de ter a "genética" para aquentar. Deve ser por isso que o mundo tem essa infinidade de habitantes...

Eu tomaria um chá, café, suco com você, com o maior prazer e ficarei feliz da vida em saber que o seu pequeno foi com uniforme cheiroso, térmica com suquinho gelado e bolinho de fubá para seu primeiro e inesquecível dia de aula. E tudo vai dar certo, porque sempre dá.

Boa sorte com a sua pequena e seu pequeno, e que a minha Olivia que carrego na barriga tenha a sorte de encontrar com pessoas como você pela vida afora.

Beijos, Lua

Anônimo disse...

Ana! Sou mãe de 2 preciosos!
Siga seus instintos, não tem nada melhor e mais certo que isso.
Queria poder tomar esse chazinho contigo!

As crianças são MUUUUIITTO mais espertas que pensamos, não sofra e manda ver!


Ótima hora, Deus ilumine e continue linda!

Beijo de fã!
Lygia

Liv Baum disse...

Ana querida! Faz tempo que não comento aqui.

Também não sou mãe mas tenho uma leva de sobrinhos de todas as idades e criados de todos os jeitos. Lembro-me em algum post anterior que você disse se Thomas poderia estar mais manhoso e querendo colo da mamãe pelo fato de vc estar grávida e eu tive duas situações. Uma, meu sobrinho tem 2 anos e 3 meses e a irmãzinha 5 meses. Ele foi uma maravilha e o meu cunhado diz que às vezes chega de fininho e vê Felipão fazendo carinho no berço da irmã. A segunda é minha outra sobrinha que vai fazer 4 anos e a irmã nasce em março. Essa ficou mais manhosa, querendo mais atenção, desobediente etc. Eu acho que eles sentem sim, e tudo pode ser trabalhado, e desenvolvido de acordo com a idade. Como Thomas é mais novinho, acredito que ele vai saber lidar melhor com a situação por não estar totalmente a par... uma coisa q minha cunhada fez,(a primeira) foi o Felipe ganhar um presente da irmã... então ele se sente especial já que e uma certa forma, ela trouxe algo a mais - e não somente tirar atenção, espaço etc. Achei ótima essa técnica.
E eu entendo perfeitamente essa cobrança e guerra de mães. Eu tento o máximo ficar fora dessa, mas já levei e já dei pitacos tb. É mto difícil pq como eu não tenho filhos parece que extingue meu direito de ter uma opinião. Sempre lembro daquele seu post de intromissão e conselhos. Eu tb não quero q meu filho coma pirulitos com 2 anos de idade. Não quero que coma doce, bala, chiclete, amendoim antes de uma refeição. Quero conseguir fazer o máximo em casa pra ele (a), o q é difícil já que a primeira coisa que me falam é "ih, mas você não vai ter tempo!" Pq tudo é oito ou oitenta. Tudo bem empaturrar os pimpolhos com bolacha Bono e é errado eu querer fazer uma assadeira de cookies de laranja e chocolate? Sim, é solitário. Meu sogro veio pra minha cunhada e disse q não ela não poderia dar doce pra minha sobrinha - a que vai fazer 4. E ela disse e "por que não? Ela é criança e ela pode comer doce sim!" Ela não exagera, não é sempre, mas ela também tem razão! Eu sim lembro de ser pequena e comer um pirulito meio de caramelo da nestlé. Acho q tudo é questão de conversar e se adaptar ao seu jeito e sempre sem exageros. Essa sobrinha é tão esperta que ela fala "mamãe, agora que eu já comi tudo eu quero um doce não saudável, mas tem que ser não saudável" Até ela sabe q o chocolate é porcaria pq doce saudável é fruta! Ai ai... espero que dê tudo certo e só desejo coisas boas: aprendizado, muuuita paciência e mais posts pra gente poder de ajudar de uma forma ou de outra a não se sentir sozinha! Um beijo!

Anônimo disse...

Ana,

Quem dera as mães fossem tão preocuparas como você. Talvez vc anda não tenha achado uma mãe pra bater papo por causa disso. Mas você achará (queria que fosse eu, pra provar dos seus bolos), mas vai dar tudo certo. E que sua princesa chegue com muita saúde e traga muita alegria e tranquilidade pra vocÊs.

Marcella

Marcela Santos disse...

Oi Ana,

Eu mãe de primeira viagem, ainda de 7 meses, mas surtando com as minhas questões e também me sentindo um pouco isolada, me senti aliviada com seu post.
E pelo que vi, muitas outras tb se identificaram.
Queria que soubesse que foi muito bom ler seu post e saber que eu não sou a única com a "cabeça bagunçada".
Boa sorte e felicidades!
Abs
Marcela

Roberta disse...

Ana,

viu quanta solidariedade?

Uno-me ao coro acima, desejando a você "uma boa hora", como se diz no Nordeste.

Um beijo afetuoso,

Roberta

Neyara disse...

Quibe? Que quibe? Post lindo e maravilhoso, que parece ter saído diretamente da minha cabeça, também bastante bagunçada...
Beijos pra ti.

baudavoeli disse...

Oi Ana,

Já deixei alguns comentários no seu blog, e hoje quero apenas encorajar vc a continuar a caminhar nas suas convicções e a praticar o que vc acredita de todo coração.

Qdo perceber que alguma das suas convicções não estiver de acordo com o resultado obtido, faça as mudanças necessárias, sacode a poeira e segue em frente.

Criei várias, e só meninas, que hoje estão adultas. Preciso de vários pares de mãos para poder enumerar os erros cometidos na criação delas... MAs todas sobreviveram e são seres humanos maravilhosos e queridos por muita gente além de mim.

Já fui radical e dedidi não dar chicletes para elas, até o dia que descobri que elas pegavam os chicletes que outros deixavam embaixo de bancos, ou cadeiras...
Temos que fazer pequenos ajustes na nossa postura de mãe ao longo do percurso, mas a boa notícia é que, por mais que a gente erre, nossos filhos são resistentes o suficiente para suportar a mãe que eles têm...

Anime-se. Essa fase de espera logo acaba, e os desafios serão outros.

Grande abraço prá vc! Beijos nas crianças.

Eli Mariana

Elis disse...

Ana, sou mãe de um menino lindo e de covinhas nas bochechas e teria tido mais bochechudos se a vida houvesse me permitido! Na gestação, fiz blog, participei de listas virtuais, troquei muita informação. Porém, não sei se há 7 anos a coisa era um pouco mudada, ou se tive a sorte de compartilhar os 9 meses com pessoas tolerantes e respeitosas, pois a coisa era toda tão prazerosa, dividiamos nossas curiosidades e receios sem ditaduras naturebas ou moderninhas. Hoje, como retratista de famílias e pessoa fascinada pela maternidade, vejo preconceito e intolerância por todos os lados, em discussões pouco saudáveis... O que é de entristecer o coração. Mas ó, bora trocar figurinhas! Eu sou fraquinha, fraquinha na cozinha, mas como mãe e fotógrafa o papo rende que é uma beleza! E que a espuleta chegue em bom tempo, pra te encher ainda mais a vida de sorrisos. Um beijo, Elis

Unknown disse...

Oi Ana,
Sou mãe de 2 pequenos, Cauã tem 6 anos e Antonio 2 anos. Smei seu texto, e sinto a mesma coisa. O que me fez pensar que ja estive "do outro lado", achando que sei de tudo, quando tive que dar o braço a torcer em muita coisa. O Cauã andou rapido, fala de tudo, nao teve problemas para tirar fralda, nunca chupou chupeta... daí veio o Antonio, que esta fazendo tudo ao contrario, e eu quase enlouqueci. Mas pecebi que o ulgamento dos outros (e de mim mesma) é a pior parte.
Espero que sua pequena venha cheia de saude!
Beijos,
Jacqueline

Celina disse...

Há aproximadamente tres anos que acompanho o seu blog, mas é a primeira vez que comento porque estou passando por algo parecido. Desde que o meu filho nasceu, quando plano A fica inviável, vou mudando para o plano B, C... até acertar! Aprendi que não somos infalíveis e tento, com muito custo, não comparar os filhos das outras com o meu... justamente para não enlouquecer! Felicidades para vcs!

Andreia disse...

Que texto lindo, estou com os olhos cheios de lágrimas. Meu Gabriel tem 10 meses e tenho essas mesmas dúvidas e preocupações, já fui muito criticada também em várias situações. Parabéns pelas palavras.

Anônimo disse...

Ana, estou sempre aqui, recebo seus posts no meu email e qndo eles demoram, venho no blog conferir,me identifico muito com suas receitas, temos os top 5 la cucinetta aqui em casa!!!!Sou prof de yoga, mãe de uma menina de 7 e um menino de 3, entendo perfeitamente o que vc quis dizer!!!!!!!!
Eu já quis compartilhar algumas coisas com vc, mas não senti abertura, qndo vc ficou grávida eu pensei: Uhu!!!E eu entendo sabe, precisamos testar nossas convicções, viver e afirmar nossa maternidade, faz parte,né!
Olha, eu tbm quero trocar figurinhas com vc viu!figurinhas virtuais a principio, pq estou no RJ!!!!
Meus filhos nasceram com 42 e 41 semanas!Tem tempo ainda!
Olha, tudo se ajeita,nem sempre de acordo com os nossos planos, mas no final dá certo né. É que "mãe" não sabe delegar, quer fazer tudo!!!!!rssrsrsr(a ida prá escola vai fazer um bem danado prá todo mundo!!!)
Bjs com carinho
Dadi

Selma Rosa disse...

Não querendo disputar sua atenção com os outros comentarios desse post, serei rapida! Estou sensivel em intender (por mais que eu ainda não seja mãe) o que se passa em sua cabeça nesse momento e creio que já já essas insegurança é coisa de momento!
Estava LOUCA esperando há tempos uma receita de panetone pipocar em seu blog!!!!
Vou faze-la sem receio!!!!
Obrigada!!!

Selma Rosa disse...

Não querendo disputar sua atenção com os outros comentarios desse post, serei rapida! Estou sensivel em intender (por mais que eu ainda não seja mãe) o que se passa em sua cabeça nesse momento e creio que já já essas insegurança é coisa de momento!
Estava LOUCA esperando há tempos uma receita de panetone pipocar em seu blog!!!!
Vou faze-la sem receio!!!!
Obrigada!!!

Carolina Rosa disse...

Oi Ana... Amei o post, você sempre me emociona, principalmente porque me identifico muito... Também sinto essa solidão as vezes, família toda mora longe, meu filho é o único neto... Essas coisas. Meu filho demorou muito pra falar, todos os outros falavam menos o meu e ai você imagina os comentários... Me estressei muito, até que desencanei e entendi que cada um tem um ritmo e o do meu filho não precisava nem devia ter o ritmo dos outros... Resultado: Quando resolveu falar, falou de uma vez... E agora com 2 anos e 5 meses fala tudo. Mas essa competição realmente desgasta, tbm queria alguém pra tomar chá e que entendesse que a melhor mãe para o meu filho sou eu... mesmo que eu erre as vezes! Beijos... final de gravidez é complicado mesmo, porque ficamos ansiosas... Vai dar tudo certo e que sua menina chegue a esse mundo da melhor forma possível e que você realmente saiba que a melhor mãe para os seus filhos é você!

Tereza Brandão disse...

Oi Ana, conheci seu blog através do Sabor Sonoro e do Cozinha travessa (que são da minha cidade Uberlândia/MG. Aqui passei a conhecer ingredientes e receitas que nem imaginava existir, e que comida salgada sem carne tb pode ser uma delicia, rsrsr. passei a acompanhar seu blog quase que diariamente principalmente por sua "prosa", adoro como "conversa" sobre a vida, tem um jeitinho mineiro de se aproximar, sempre com cuidado com as palavras. Querida, lembre-se que tudo se ajeita...Quando menos perceber, já estará levando o pequeno Thomas na escola, com sua princesa e fazendo todas essas delicias por suas mãos habilidosas..bjs, e te desejo uma boa hora!!! Tereza Brandão

Aline Kawaguchi S. Forte disse...

Olá, acompanho o seu blog há algum tempo, mas nunca me senti tão "em casa" quanto agora, lendo o seu post. Minha filha também tem 2 anos, tb já fui julgada por muitas coisas: parto cesárea, doces e escola antes de 2 anos,por deixar ela dormir mais tarde na sexta para eu poder dormir mais um pouquinho no sábado! E tb fui vegetariana, por 3 anos, só parei quando engravidei e fiquei com vontade de comer hamburguer! Como disse uma das pessoas que comentou, as mães realmente acham que são donas da verdada..Acho mesmo que cada uma deve ser dona da sua verdade e seguir seus instintos!

Bjos! Aline
http://umprojetodechef.blogspot.com

Anônimo disse...

Olá!
Sou portuguesa e leio sempre o seu blog, a minha filha mais nova (16 anos) "tornou-se" vegetariana e a mais velha (21 anos) indicou-mo.
Nunca comentei.
Hoje achei que devia.
Ser mãe é uma tarefa MUITO complicada. Quanto mais crescem as crianças, mais complicada fica.
E TODA a gente acha "qualquer coisa".
Essa "competição" que fala é real. É "o meu é melhor que o teu". É a "minha maneira é que está certa". É isso tudo e mais.
Julgamentos morais.
Opiniões que ninguém pediu.
Isto tudo para dizer que não está só, e que, em todo o lado é a mesma coisa.
No fim, vale a pena.
Quando eles crescem e você percebe que criou "gente boa".
Gente válida e capaz.
Que aquilo que fez (e faz) mesmo com o BZZZZZZ que causa e chateia e irrita, vale a pena.
O segundo parto, para mim, foi mais fácil que o primeiro, a minha filha estava "pélvica" e foi parto natural. Sem epidural.
É uma coisa de que me orgulho muito.
É que sou pequena (de estatura) e muito magra.
Ouvi muitos comentários desagradáveis.
E depois, olhe, depois: pari duas filhas.
Partos naturais.
E depois, olhe, depois criei-as. Sem ligar a "bocas".
E depois.
A minha filha mais velha indica-me o seu blog para que eu possa cozinhar para a sua irmã. Ela cozinha para nós. Ambas preferem ficar em casa connosco.E sim. A minha filha mais velha tem tatuagens e o cabelo é de cores diferentes. Todas as semanas.
A minha filha mais nova tem as orelhas cheias de furos e usa roupas estranhas.
Mas são inteligentes. Têm opiniões fundamentadas. Lêem.Conhecem filmes que ninguém conhece. São interventivas. São obra minha.
E eu tenho orgulho disso.
beijos.

Kathryn disse...

Pode conversar comigo. Só não vou poder tomar chá com bolo, primeiro porque cortei o chá (só tomava preto ou verde, e agora só se for descafeinado, difícil de achar um BBB em terras brazucas) enquanto amamento e segundo porque não moro mais em SP. Podemos fazer uma sessão de chá via facetime/skype, etc (se vc não se incomodar de eu estar muito mulamba, porque nessa época de amamentação tenho prezado pelo conforto máximo, pelo menos pra ficar dentro de casa. eu aprendi a guardar algum respeito pelo senso estético das outras pessoas quando apareço em público. Acho sinal de consideração e generosidade, muito mais do que frivolidade e vaidade).
Sou fruto de uma mãe perua com um pai natureba, quando nem se falava em natureba. Ou seja, uma contradição ambulante.
Beijos

Kathryn disse...

Ah, pequeno adendo: acho essa competição das mães em relação à aptidão e progresso dos filhos muito "engraçada" porque eu acho que crianças extremamente inteligentes, ou fora da curva tem um tendência maior ao isolamento e com isso à melancolia e tristeza. Claro que isso não é uma regra é um achismo meu. E o que eu desejo pra minha filha é exatamente o contrário: quero que seja uma criança inserida, com uma tremenda aptidão pra ser feliz, ainda que do jeito dela (e não do jeito dos comerciais de margarina). Por outro lado não consigo ver relação clara entre a capacidade de colorir dentro da linha e virar presidente dos EUA (do Brasil não serve porque acho que ninguém em sã consciência teria orgulho disso!!!).
Beijos de novo

Letícia disse...

Fico sempre aqui no meu cantinho silencioso te admirando e assistindo a vida que rezo um dia para ter.
Sei que é difícil encontrar "gente como a gente" nesse mundo, quando nós somos um pouco... peculiares. Mas não é impossível e você encontrará a comadre para te acompanhar nas neuras e desafios. Vou rezar para isso acontecer para você. Talvez seja mesmo uma das mães da nova escola!
Tudo de bom para a nova ogrinha e saiba que o Thomas é a criança dos sonhos! Quando leio o quão turrão ele pode ser, como faz tudo no seu próprio tempo e é tão aberto a tudo que é novo e às vezes assustador para uma criança penso que é um carinha cheio de personalidade assim que quero um dia para chamar de meu ogrinho!
Parabéns, Ana. Tudo vai ficar bem.

Laís Fraga disse...

Eu aceito um chá! rsrs

Yolanda disse...

Fiz ontem essa receita, simplesmente Divina, meu filho repetiu. Eu fiz com trigo e usei a sopa de cebola, aprovadíssima!!! Bjs.

Yolanda disse...

Só mais uma coisa: Toda Felicidade do Mundo pra vc e o bebê. Bjs.

Yolanda disse...

Só mais uma coisa: Toda Felicidade do Mundo pra vc e o bebê. Bjs.

Renata Siqueira disse...

Oi Ana, queria te fazer uma pergunta que não tem muito a ver com este post mas com outro mais antigo. É que acabei de ganhar 2 litros de leite de búfala fresquinho e a única coisa que me ocorreu fazer com ele é um iogurte. Ele tem 2X mais gordura que o leite de vaca, acho que ficará bom. Então, queria saber se vc já usou esse leite alguma vez e se gostou. Beijos
Ah, te desejo um parto abençoado e que corra tudo bem

Renata

Madri disse...

Oie , como sempre seus textos e suas receitas estão ótimos , não saberia escolher por um deles rsss.
O que posso te garantir é que o tempo passa e os filhos não ficam traumatizados com ir a escola mais cedo, o meu foi com seis meses e durante um ano ,euzinha fazia e enviava a comida para a escola ,depois relaxei , quando ele tinha 3 anos , as 6af podia levar de lanche uma guloseima , acredita que ele estava sempre pronto pra trocar a dele por uma fruta ? Hj tem 18 anos e a impressao que tenho é que ele ao é Palmeirense pque é verde , mas ainda tenho esperancas , ja entrou na faculdade e mes que vem tem nutricionista no pedaco :)Um bj pra vc e boa sorte e calma no coracão

Tamie disse...

Ana Elisa, depois de ler esse post senti vontade de te dar um abraço e te confortar um pouquinho. Não tenho filhos, mas a cada post seu desejo ser uma mãe e cozinheira igual a você, que conhece tanto e está sempre disposta a aprender mais, e mudar de ideia quando for preciso. Te admiro bastante. Você vai achar boas companheiras, acredito que até por meio desse post. Espero que logo. Boa semana pra você e sua família linda.

Margarida disse...

Querida Ana!

Te acompanho há um tempão e quero dizer que sou apaixonada por você e pelos seus posts. Também sou vegetariana e tenho um filho de 4 anos. Te admiro tanto... Seus posts sempre me dão a sensação de que eu mesma poderia ter escrito a consideração... e quantas vezes adivinhei o que ia dizer... Me sinto tão conectada com você que não pude deixar de comentar agora...Sabe, também sou uma mãe cheia de preocupações e idéias e adoraria sentar com você para trocarmos experiências...quando teve o primeiro filho quis tanto te mandar um presente...Agora a vontade me invade de novo...Mas como fazer chegar até você se nem tenho o endereço? Moro em Vitória, mas não paro de imaginar uma tarde sentarmos juntas para fazer tricô e conversarmos enquanto as crianças brincam... Quero tanto saber mais dos seus pensamentos sobre infância, sobre o brincar, sobre a escolar... Se quizer, é só me responder.
Um grande beijo,
Margarida

Mônica Gusmão disse...

Aiii,como te entendo...Adoraria que fomos conhecidas, morássemos perto e tomássemos chá com bolo! Parabéns por tanta garra, dedicação e mente aberta! Parabéns por suas palavras e por sua clareza ao escrever!Parabéns pelos 2 rebentos!! Abçs de uma mãe também um pouco solitária no meio de tanta informação, Mônica

Anônimo disse...

Adorei o post! Quanta verdade! Nunca vou me esquecer de um casal que foi nos visitar quando meu primeiro filho tinha 4 meses e ficou me criticando porque ele chorava muito. Fiquei profundamente magoada na ocasião. Claro que hoje com o mais novo com 4 anos eu teria coisas para falar, mas na ocasião me calei e fiquei intimidada. Aprendi e digo que não dou palpites na educação alheia, pois meu telhado é de VIDRO. Parabéns pelo blog! Ana

Giu Bergamo disse...

Oi, Ana.
Depois de umas horas muito chatas por causa de algo que escrevi, ler seu texto (enviado por uma amigona) foi um alento. Deu uma vontade danada de tomar chá com bolo com você!
Prazer em conhecê-la ainda que virtualmente.
Um beijo,
Giu

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