segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Pato, Purê, Paris, Mãe, Maçã, Maquiagem



Título de doido. Mas vem comigo.

Depois de um ano e meio de reeducação alimentar e muita, muita corrida, eu finalmente me sentia bem comigo mesma. Estava em forma, com uma rotina saudável, o trabalho apontava para direções animadoras, e tudo ia muito bem. Tão bem, que decidi que era hora de vir o primeiro pimpolho.

O primeiro pimpolho veio, e com ele aquele choque em perceber que um filho não era apenas mais uma tarefa incorporada ao seu dia, mas meio que o seu dia inteiro. Junto com todo o amor e a coisa doida que é ver aquela fofura se tornando um ser humano independente e com personalidade, veio aquele outro choque: eu sou mãe. Rolou uma bizarrice de sair me livrando de roupas que eu não julgava mais apropriadas para minha nova fase, rolou um stress de querer ser um modelo de perfeição natureba suprema para meu filho, e, como toda a despirocação para um extremo, o pêndulo volta todo o caminho e você despiroca pro lado oposto não muito tempo depois. E de jogar fora minha saia curta e sair vestida igual à minha mãe de sessenta anos, eu comprei um novo par de coturnos, usei meu short jeans até ele ter mais buracos do que jeans de fato, e... pintei o cabelo de roxo. ROXO. Mesmo. Inteiro. Roxo.

Eu quis pintar o cabelo de roxo minha adolescência inteira, mas não conhecia na época um cabeleireiro que tivesse uma tintura mais ousada do que o vermelho que a Claire Danes usou em Minha Vida de Cão. Precisei esperar ter mais de trinta anos, mais coragem e mais saco cheio daquilo que eu achava que esperavam de mim por ser mãe.

Erro.

Pintar cabelo colorido é um comprometimento. E eu já estava comprometida com meu filho e meu trabalho. Cabelo colorido que a gente não tem tempo de cuidar fica um show de horror. E pouco tempo depois de pintar o cabelo, eu engravidei de novo, e tive de passar nove meses com o cabelo descolorido-amarelo-piupiu, manchado de roxo-desbotado e com textura ressecada de cabelo de Barbie enfiada na piscina cheia de cloro.

Olhar para isso no espelho durante quase um ano não foi legal.

O cansaço de trabalhar, cuidar de casa, de criança na fase dos terríveis dois anos e de um bebê recém-nascido também não ajudou.

Passaram-se quatro anos desde o nascimento do meu primeiro filho, e parecia que o trabalho ainda não tinha engatado de novo do jeito que era, eu não conseguira voltar a correr todos os dias, a segunda gravidez deixou meu abdome mais flácido do que a primeira, não dava tempo de ir ao cabeleireiro, e aos poucos eu fui esquecendo de cuidar de mim. A gente fica trancafiada em casa, olhando só pra criança, pra prancheta e pro computador, e começa a achar que dá pra ir buscar os filhos na escola de chinelo e sem pentear o cabelo. Eu tivera aquele plano lindo de vestidos de cintura marcada, mas me via todo dia com o mesmo moletom velho.

:(

A gota d'água foi ir ao supermercado com minha filha, eu vestida de mendigo, ela fazendo uma birra escalafobética porque estava entediada e o moço dos frios estava demorando vinte minutos para cortar 200g de queijo Prato, e aparece, linda, radiante, perfumada, uma das mães da escola, super simpática, e sempre impecável – aquele tipo que você quer muito odiar, porque ela tem tempo de lavar o cabelo e você não. Ela vem, conversa, e eu me sentindo um lixo, tentando impedir a pimpolha revoltada de escalar a prateleira de vinhos. Estrelinha para a mãe simpática que teve a classe de ignorar a birra e agir como se nada estivesse acontecendo. [Sério, você que não tem filhos, nunca, nunca olhe feio para uma mãe tentando conter a birra do filho em local público. Você simplesmente não sabe o que está de fato acontecendo, e a mãe já está se sentindo suficientemente mal sem precisar de olhares de julgamento sobre sua capacidade materna.]

Voltei para casa querendo chorar de raiva. Raiva de mim.

Então, num dia particularmente cansativo, marido chega em casa, liga o rádio e coloca Charles Aznavour. Eu sorri, contente pela delicadeza: ele sabe como gosto de Chanson Française e como esse tipo de música melhora meu humor. Ouço um "pirulim!" vindo do meu celular ao lado, de capinha roxa como um dia fora meu cabelo. Apanho o aparelho para pegar uma mensagem do wasapp e demoro um bocado a entender quando vejo uma imagem de uma confirmação de vôo.

Para Paris.

Amo meu marido, pois nos momentos em que mais preciso, ele sabe como me motivar novamente. Seja com um cafuné, minha cerveja favorita ou uma viagem para um dos lugares que mais quero conhecer na vida.

Comecei a pesquisar loucamente sobre Paris. Coisas pra fazer, para ver, para comer. E o que vestir. Porque no auge do cabelo roxo, eu estava na Itália. Em outra viagem de uma semaninha que marido usou para me resgatar das minhas nóias "Maternidade x Individualidade". E, de cabelo roxo, maquiagem feita, me sentindo estilosa mas meio cheinha (estava na primeira semana da gravidez e não sabia, inchada sem saber por quê), vem um velhinho e, ignorante do fato de que falo italiano, virou pro colega e me chamou de Medusa.

:(

Adoro acreditar que sou o tipo de pessoa que não se importa com a opinião dos outros. Mas eu me importo sim, e aquilo doeu. Então, sim, quis saber o que vestir. Não só para não fazer muito feio, mas porque não fazia ideia do clima de lá na época em que vou.

Acabei caindo em um monte de sites de moda, coisa em que não fuçava havia anos. Eu sempre curti dar uma fuçada em sites de moda e sempre gostei de maquiagem, razão pela qual ninguém da família entendia porque diabos eu andava tão porqueira. Mas no pós-filhos, todas as vezes em que tentei me inspirar nesses sites para me arrumar mais, foi uma frustração atrás da outra. Porque você via um look legal, e percebia que tinha todas as peças menos AQUELA jaqueta que era o que compunha tudo de um jeito fantástico. E a grana pra comprar aquela jaqueta? Quem tem? Eu não. Ou quando você tinha TODAS as peças necessárias para ficar fantástica como aquela foto, mas você então se dava conta de que a razão pela qual a foto era maravilhosa era o fato de a mocinha ali ter dez anos a menos e não ter nenhuma pelanca marcando na camiseta. Todo mundo sabe como isso é troncho e besta, mas como te pega de jeito em momentos em que você está mais insegura. E o pior era perceber que aos trinta e cinco anos eu ainda estava insegura feito meu eu-adolescente. Muito disso vinha do fato de que eu ainda não conseguia me enxergar com meus trinta e cinco anos.

Por isso amei a coisa toda do Parisian Chic, do minimalismo francês e do "capsule wardrobe". Que coisa genial. Finalmente parecia ter encontrado algo que casava minha falta de tempo para ficar pensando em roupa de manhã, minha muquiranice, minha falta de saco para comprar roupa, meu desejo de minimalismo e praticidade e minha vontade de voltar a sair por aí... bonita. Olhei meu guarda-roupa e me dei conta de que já metade dele era preto, branco, cinza e listrado: fácil de combinar. O problema é que havia tantas, tantas outras peças escalafobéticas, difíceis de combinar, velhas capengas, que a vida de manhã cedo andava difícil e eu acabava usando sempre a mesma porcaria fácil e confortável, mas velha e mal ajambrada.

Fiz a rapa nos livros, mas também fiz a rapa no guarda-roupa. Mandei embora uma quantidade absurda de coisas velhas ou que eu não usava, comprei três ou quatro blusas básicas, uma botinha e um tênis para substituir o velho rasgado que fora pro lixo, e reorganizei meu armário, maravilhada com a mudança. Agora tudo combinava, nada tinha cara de farrapo, e, principalmente, tudo vestia bem no meu corpo, mesmo ele ainda não estando do jeito que eu gostaria. Finalmente fui ao cabeleireiro e deixei lá uma aquarela e meia por uma hidratação e um corte perfeito [eu meço coisas caras em termos de quantas aquarelas preciso vender para pagar por aquilo].

E enquanto continuava a fuçar em coisas de Paris, caí num vlog de viagem da Chata de Galocha (de quem eu nunca ouvira falar, veja só como sou alienada com algumas coisas...) e adorei o jeito dela; identifiquei-me com muitas coisas pessoais suas. E ainda que não tenha me interessado muito pela parte da moda, pois acho que temos gostos diferentes e eu realmente gostei da ideia do minimalismo francês, dei-me conta de que eu já havia sido uma pessoa que se dava quinze minutos para passar um creminho, só pra ter aquela coisa gostosa de ir dormir com o cheirinho gostoso que você escolheu. Aquele cuidadinho com você. Aquele cuidado que eu tinha parado de ter nos últimos quatro anos, tão preocupada em cuidar dos outros.

Voltei a usar um creminho. A passar hidratantezinho especial pro rosto. A passar maquiagem antes de sair de casa. E de repente a vontade de correr voltou. Voltou forte o bastante para me forçar a sair e correr e treinar ANTES de cuidar de qualquer tarefa de casa ou de trabalho. Pois eu sempre fui muito responsável, e acreditava que precisava primeiro dar conta das obrigações, para então ter lazer. Nunca me dei conta de que bastava encarar a corrida e os cuidados comigo como uma tarefa tão prioritária quanto responder email de cliente ou lavar a louça.

E voltei a correr de manhã, junto com o cachorro. Coisa pouca por enquanto, 3,5km, que é a volta do muro do condomínio, com direito a duas ladeiras consideráveis. Volto para casa, e faço um treino bom de kettlebell, que sumiu com a corcunda de mãe, tem botado aquela pelanca no lugar e fez meus braços e pernas afinarem super rápido, além da maravilha que é simplesmente ficar mais forte (não grande, que kettlebell não incha músculo, mas FORTE): poder pegar um filho em cada braço sem morrer de dor nas costas, por exemplo, é lindo. Se sentir saudável novamente é fantástico.

De repente me olhei no espelho e pela primeira vez vi aquela pessoa de trinta e cinco anos na minha frente. Mas não era mais uma mulher cansada vestindo as roupas da faculdade. Eu realmente gostei do que vi. :)

Nunca pensei que essa viagem a Paris seria o empurrãozinho que me faltava para voltar a ser Ana Elisa. Busquei a mim mesma durante todos esses anos nas minhas atividades, tentando voltar a ser a Ana que lia, a Ana que trabalhava, a Ana que que ia a museus, a Ana que saía à noite com os amigos, e esqueci completamente que, antes de ser alguém que fazia coisas, eu era simplesmente alguém que precisava de um pouco de carinho de mim mesma, e que eu só precisava olhar no espelho e gostar de mim de novo. E gostando de mim, eu me permito relaxar mais, eu me cobro menos, eu me estresso menos com coisas bestas. Até com a bagunça da casa, veja só.

Claro que a pesquisa sobre Paris rendeu dezenas de anotações sobre lugares e coisas para comer no meu pequeno guiazinho azul. E minha curiosidade foi atiçada a tal ponto, que comecei a ter uma vontade louca de preparar pratos franceses.

Pato é com certeza uma carne bem comum na França, bem menos do que aqui no Brasil. O que é uma pena, pois acho uma delícia, e no que se refere às coxas e sobrecoxas, tão fácil de preparar quanto frango.

Os pimpolhos adoraram, e no dia seguinte o Matador de Dragões veio pedir pra comer pato de novo. As maçãs assadas, as cebolas, o molho, o purê de batatas bem amanteigado, tudo combina e se complementa de um jeito tão perfeito... você precisa colocar no garfo bocados com todos os elementos ao mesmo tempo. E a gordura do pato, que a receita manda retirar duas vezes durante o processo, eu guardei num pote na geladeira para dourar batatas alguns dias depois. Delícia. :D

Às vezes me pergunto se eu compartilho demais das minhas loucuras aqui. Mas então penso que pode ter outra mãe cansada se afundando em obrigações e que possa, de repente, querer um empurrãozinho para voltar a se cuidar também. Eu me enganava dizendo a mim mesma de que não precisava de nada disso. Tentei me enfiar pelas vias naturebas mais extremas, mas eventualmente a gente tem que dar o braço a torcer e admitir que é muito lindo e ecológico o conceito de usar vinagre e bicarbonato pra tudo, mas que eu curto mesmo é um cheirinho de lavanda, e que meu cabelo meio ondulado, meio cacheado, precisa sim de um creminho modelador de vez em quando, e que eu amei o modo como o bb cream tirou um 5 anos do meu rosto (nunca tinha usado nenhum tipo de base antes, e agora estou apaixonada por esse troço). ;) Eu acho que eu mereço algum cuidado, eu mereço um tempo para mim, eu mereço sentar e ler um livro ao invés de tirar pó dos móveis e eu com certeza mereço um jantarzinho de pato assado enquanto a viagem a Paris não chega.

PATO COM MAÇÃS E CEBOLAS
(Ligeiramente adaptado do ótimo Good Things to Eat, de Lucas Hollweg)
Rendimento: 4 porções

Ingredientes:

  • 4 cebolas bem pequenas, descascadas e cortadas em quartos
  • azeite de oliva
  • 4 pernas de pato (coxa e sobrecoxa juntas)
  • sal e pimenta-do-reino
  • 2 grandes galhos de alecrim fresco
  • 3 anis-estrelados
  • 1 pau de canela, quebrado ao meio
  • 4 maçãs, sem miolo e cortadas em quartos
  • 200ml vinho branco seco (usei um pouco de Calvados com água, pois não tinha o vinho na hora)
  • 1 colh. (sopa) mel


Preparo:

  1. Pré-aqueça o forno a 240ºC.
  2. Espalhe as ervas e especiarias em uma assadeira. Misture as cebolas com um pouco de azeite e disponha na assadeira, sobre as ervas. 
  3. Esfregue as pernas de pato com azeite e tempere generosamente com sal e pimenta. (Pode abusar um pouquinho do sal. Eu coloquei bem mais do que costumo usar na comida e mesmo assim havia partes mais internas da carne sem sal.)
  4. Disponha as pernas na assadeira e leve ao forno, imediatamente abaixando a temperatura para 180ºC. Cozinhe por trinta minutos.
  5. Regue o pato com a gordura que tiver se depositado na assadeira, então retire quase toda ela, deixando apenas 2 colh. (sopa), mais ou menos. Junte as maçãs, volte ao forno e cozinhe por mais 30 minutos.
  6. Retire a gordura novamente, deixando qualquer molho escuro ou meleca grudada na assadeira. Misture o vinho ao mel, junte à assadeira, raspando com uma espátula de madeira, para soltar qualquer coisa grudada no fundo que vá formar o molho. Volte ao forno por 15 minutos. 
  7. Cheque o tempero e sirva quente, regado de molho. Lucas Hollweg sugere acompanhar com purê de batatas, batatas assadas ou uma salada de agrião. Eu fui com o purê de batatas e acho que fui bem feliz na minha escolha.  

68 comentários:

Anônimo disse...

Olha, eu não tenho filhos, mas já estou nos trinta e com a mesma sensação de fardo nas costas que tu tens. Maquiagem não é remédio, mas ajuda a encarar o dia cinza, às vezes.
Quais exercícios com kettlebell tu faz? Tenho um de 6 ou 8kh que nunca usei, nem sei porque comprei.
Nunca corri na vida e comecei há pouco, e estou gostando de deixar a raixa, o cansaço e os problemas nas pistas.

lilly

Carol disse...

:)

Não é à toa que a aproximação com a adolescência aparece: a maternidade é uma reestruturação da identidade, não só da vida prática...

Outro dia pesquisando sobre confit para fazer um frango de quintal que ganhei da minha mãe, desisti (tenho preguiça de internet) e pensei: um dia a Ana Elisa vai fazer confit com uma pesquisa bem melhor que a minha, e aí eu copio dela. Fica lançado... ;)

Pomodoro e Basilico disse...

Não apenas mães confusas com todo o processo de uma gravidez acompanham seu blog, eu já acompanho seu trabalho antes dos pimpolhos e digo tudo o que vc escreveu é um grande estímulo a todas as pessoas que amam cozinha, amam comer e amam aproveitar cada minuto com quem e com o que se ama !!!
Parabéns mais uma vez pela pessoa que demostra ser no teu blog !!!
Enorme beijo em toda família !!!

Flávio

Inês Coimbra disse...

Tive 3 seguidos, hoje com 7, 5 e 3. Sou exatamente essa outra mãe cansada se afundando em obrigações, e também começando a voltar para a superfície, e a se entender com o novo corpo e a nova identidade. Seu post foi ótimo. Ajuda e muito! Obrigada!

Ana Paula disse...

Ana,
Sou seguidora do blog há anos... e sinceramente esse foi um dos melhores posts que li!
(Talvez pela fase que ando, ele me tocou profundamente...). Estou na fase pós não dois, mas três pimpolhos - meus dois mais novos têm a idade dos seus, e realmente não precisa de muito para a gente simplesmente ... se esquecer!
Muito obrigada por compartilhar a experiência... estou ainda buscando o empurrãozinho da minha "viagem a Paris" para mudança, mas já me sinto esperançosa! ;-)

Bon Voyage!!!

Laís de Gênova Claudino disse...

Que lindoooo esse post Ana....
Vc está certíssima. Acho que o equilibro é muito importante em todos os momentos de nossas vidas. Temos que nos cuidar para nos dedicarmos com mais forças àqueles que amamos.

Aproveite muito sua viagem. E adorooo os vlogs de viagem da chata de galocha. Ela é uma fofa. Acompanho há muito tempo.

Bjs :)

Amanda Pessoa disse...

Eu apenas AMO a honestidade do que vc escreve e AMO o pouco que conheço da França. Você fez sua pesquisa a respeito de lugares pra conhecer e tal, mas eu preciso indicar pelo menos alguns que talvez já até tenha listado: L'avant comptoir (para vinhos e o melhor hot dog de salsicha de pato do mundo - fica no metro Odeon - tem o le comptoir do relais, que eh do lado dele, mesmo dono, delicioso tb, mas às vezes tem uma fila desanimadora na porta)), l'ami jean (não me lembro do metro agora, mas fica no 7ème - comida do país basco francês, uma loucura de bom) e para comprar pato e foie gras e magret de canard recheado de foie gras o lugar melhor eh a loja de pierre oteiza, perto da place de la madeleine (70 rue d'Espagne ).
Aproveite bem muito! Vc merece!

Marcela Santos disse...

Só posso dizer que bom que você compartilha suas loucuras, pois várias como eu se identificam com elas!
Paris ainda não dá para mim, mas me inspirei mesmo assim!
Indico as meninas da Oficina de estilo, elas são muito bacanas!

Patrícia disse...

Lindo Ana! Como me identifiquei com o seu texto... nessa ânsia por sermos mães perfeitas acabamos mesmo nos esquecendo de que também merecemos cuidados. Divirta-se em Paris, é um lugar charmosíssimo! Abraços.

Ana Elisa Granziera disse...

Iei! Obrigada pelas recomendações! Anotei tudo! :D

Ana Elisa Granziera disse...

Kkk. Eventualmente. :)

Ana Elisa Granziera disse...

Eu tenho um treinador excelente, que da aulas para minha irmã e meu marido tbm uma vez pir semana. Pra todo dia, depois da corrida, tenho feito sempre algum swing, algum agachamento e algum isométrico, variando segundo o que o treinador me passou. No momento tenho feito swing com duas mãos com 28kg. Mas sempre, sempre, com acompanhamento. A gente não sai inventando treino, que é para não se machucar. Bjs

thatiana Bandeira disse...

kettlebell... Preciso urgente!!! Quem sabe será meu empurrão?! Passo o dia de crocs, legging e alguma camisa larga! O cabelo... Que vergonha! Beijos e depois quero dicas sobre o kettlebell!

Ana Elisa Granziera disse...

Eu tenho um treinador excelente, que da aulas para minha irmã e meu marido tbm uma vez pir semana. Pra todo dia, depois da corrida, tenho feito sempre algum swing, algum agachamento e algum isométrico, variando segundo o que o treinador me passou. No momento tenho feito swing com duas mãos com 28kg. Mas sempre, sempre, com acompanhamento. A gente não sai inventando treino, que é para não se machucar. Bjs

Ana Elisa Granziera disse...

Kkk. Eventualmente. :)

Ana Elisa Granziera disse...

Iei! Obrigada pelas recomendações! Anotei tudo! :D

Ana Elisa Granziera disse...

Iei! Obrigada pelas recomendações! Anotei tudo! :D

Rina Pri =) disse...

Acompanho o blog aqui e ali, vendo um link ou outro que o facebook deixa aparecer pra mim. E hoje vi esse texto. Hoje, segunda, depois de acordar cedo pro pilates e trabalhar o dia.todo, cansada e sem.coragem pra nada, pensando aqui que "seu eu estiver gravida, em 1 ano minha vida estará de pernas pro ar, mas não vou poder me.jogar.no sofá". Aí vi este seu relato, tão sincero. E me deu coragem de não desistir, sabe? De continuar com o plano (de filho, no singular), de saber que vai dar pra parar e respirar eventualmente. E quem sabe um dia eu tenha coragem até de fazer um pato como esse! Deve estar delicioso!

MAVÓRTICA disse...

Essa mãe que passa pela mesma situação sou eu! :0 Me vi o tempo todo no texto. Vou até a li me procurar... Ando perdida há 2 anos rs. Bjs e parabéns! Ah, Ana vc fez minha matrioska de casamento, vc se lembra? A aquarela esta na parede do meu escritório! :)

Renata disse...

Oi Ana! Eu leio seu blog há alguns anos e achei que este foi o melhor post que você já escreveu! Cheio de sinceridade, serenidade e amor (por você mesma e pela sua família!).
Tá lindo! E olha que nem mãe eu sou hein! :)
E aproveite Paris! É sem dúvida um dos lugares mais incríveis do mundo (apesar de eu não conhecer o mundo todo rsrs)
Beijos

jack disse...

Simplesmente amei! Em um momento dificil da minha vida ler o blog me ajudou muitoooo! E agora muitos anos depois continuo adorando o jeito que vc escreve.

Paula disse...

Ana, valeu muito a pena ter sido tão sincera! Não sabe como ajudou... Bjs

Unknown disse...

Ana, que texto lindo!
Sou mãe de 2 meninos, 5 e 8 anos, e até hoje não voltei a ser a Jacqueline que era. Seu texto foi muito inspirador, de verdade!
Sigo seu blog há anos, e esse texto, foi sem dúvidas, o que mais me tocou.
Agora só falta o empurrão para tentar ser Jacqueline, além de ser mãe do Cauã e Antonio :)
Beijos,
Jacque

Leticia Cozinha Vibrante disse...

Oi Ana,
Que surpresa gostosa a passagem para Paris! Se quiser mais indicações de lugares para visitar e principalmente onde comer, explore o meu blog. Deixo o link da página de Paris para você:
http://cozinhavibrante.com.br/paris/
Aqui tem como você procurar restaurantes por bairro, faixa de preço e tipo de estabelecimento; e ainda tem uma seção só de dicas gerais da cidade.
Obrigada, bjs,
Leticia

Maíra Barbosa disse...

Caramba... nunca comentei aqui, mas lendo seu post percebi que acompanho o blog desde sua primeira gravidez e me dei conta de como o tempo voa! E eu que sou mãe de três pequenos (5, 2 e 1 ano) me identifiquei mesmo, porque de fato os dias são muito corridos, quase não sobra tempo pra nada... É bom ver que de tempo em tempo precisamos nos redescobrir. Gostei do post, parabéns e boa viagem!!!

Bruna Ribeiro disse...

Ai Ana... Por favor, compartilhe tudo isso! Deu até um nó na garganta :(
Em algum lugar do tempo devemos ser gêmeas porque temos as mesmas neuras. MESMO! A diferença é que meu matador de dragões e minha adame bochechas são coisa de um ano mais novos que os seus e ainda não vão para a escola. Essas inseguranças todas são bem comuns por aqui. O guarda roupas está um lixo e quando preciso de algo diferente empresto da... Minha mãe! Hahahahaha Peninha que estamos numa recessão de doer e não dá para viajar a Paris, mas fico no aguardo do seu relato pós viagem sempre inspirador.
no fim da contas fico muito feliz de saber que ainda há esperança!

Anônimo disse...

Que lindo, Ana!

Adorei saber da sua redescoberta. E aqui fala outra Anna, mãe há 7 anos e que passa/passou por essas mesmas fases.

Beijos e boa Paris pra você!

Anna Paula

Yara disse...

Obrigada!! Também sou mãe, também me afundei nessa de cuidar primeiro dos outros, só depoooois de mim. Ainda tô tentando me equilibrar, já voltei à reeducação alimentar e à maquiagem, mas às vezes ainda tenho recaídas, hehehe.

Dica em Paris: a sede da Sephora!! Adoro, tem todo o tipo de maquiagem que vc imaginar. Pode provar tudo, não fica ninguém enchendo o saco. Se puder, experimente e leve a base Dior Skin Forever: ela é ótima, tem excelente cobertura e cheiro da riqueza, eu tenho uma para dias especiais, hehehe (para o dia a dia tb uso o bb cream). E também os esmaltes OPI by Sephora: são lindos, os vidros são enormes, duram bastante, não engrossam e não lascam.

Bjs boa viagem!!!

Lívia disse...

Confesso que fiquei um pouco em choque quando li que há quatro anos você esteve grávida pela primeira vez... Como assim o Matador de Dragões já está com quatro anos?

Mas, meu comentário é para agradecer esse post tão inspirador. Não tenho filhos e nem 35 anos (quase...), mas no fim do meu relacionamento (de 12 anos) também me vi assim, perdida em algum lugar entre a eu-adolescente e a eu que eu gostaria de ser quando era adolescente.

Muito obrigada e continue compartilhando, por favor! ;)

Beijos.

Ana lucia disse...

Oi Ana aqui que fala é sua xará Ana...Ontem quando vc postou esse texto eu fiz 52 anos e eu passei por essa transformação,meus filhos tem 21 e 24 anos.Eu observo que muitas mães passam por isso tambem, ou seja, aquela hora que vc tem seus filhos pequenos e por escolha ou necessidade a gente se anula por um tempo em prol da criação dos filhos, mas um dia a gente vai aos poucos retomando os cuidados com nosso corpo,nossa vida e, o que eu acho mais engraçado, é quando olhamos as fotos de ontem e hoje, percebemos que nas atuais estamos visivelmente MUITO melhores do que naquela época (apesar de ter amado cada momento e sempre sentir um saudade dos filhos pequeninos...).
Hoje em dia, além de estar mais cuidada,(eu amo maquiagem apesar de detestar quando chega o fim do dia e eu ter que tirar tudo! Adoro correr,fazer varias atividades e eu me sinto muito melhor, mais forte, mais bonita...A gente começa a investir na auto estima, na saude, e é fundamental pois os filhos vão crescendo e a nossa vida não pode parar.... Bjo grande para vc e todas as mães... Que missão complicadinha essa que a gente veio cumprir nesse mundo!!!!

natcordeiro disse...

Oi Ana!
Depois desse post, o que dizer que ainda não foi dito?
Faz uns dois anos que visito o blog e já testei várias receitas, todas ótimas por sinal. Mas confesso que o que eu mais curto no blog mesmo é a tua honestidade, simplicidade e coragem ao compartilhar um pouquinho do teu cotidiano...

Parafraseando Fernando Pessoa:
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?


Aqui, no La Cucinetta! Adoro!

Beijos!

Tess disse...

Oi Ana, ótimo post, sincero como sempre!
Dá uma olhada no site conexaoparis, tem um pouco de tudo (inclusive sobre o modo de vestir das parisienses). As dicas de restaurante são muito muito boas, além dos roteiros da cidade!
Bjão!

Autumn disse...

OI Ana, tudo bem? Fiquei muito interessada em kettlebell. Não conhecia essa atividade física! Seria possível me indicar o seu treinador? Muito obrigada, Lo

Patricia Luck disse...

Ana, algumas reflexões de uma mãe de 3:
- nunca voltaremos a ser o que éramos antes dos filhos...NUNCA. O meu "eu" hoje é uma mistura do que eu era antes deles, da Patricia durante a primeira infância deles (sair com sapatos trocados, quem nunca?) e do eu de agora e do que quero ser daqui pra frente. Desisti de trabalhar fora (e assumi pras amigas modernas que tá tudo bem MESMO ser dona de casa), assumi que salto alto não é pra mim, assumi que adoro pintar as unhas mas normalmente elas não sobrevivem à dupla tanque/pia, assumi que não tenho mais o mesmo pique de antigamente...depois que assumir tudo isso pra mim mesma minha vida tornou-se TÃO mais leve. Hoje eu sou eu mesma, não corro atrás das tendências (de moda, de modo de vida).
- o mais difícil pra mim nesse processo todo foi descobrir o que eu fazia por mim (o que eu realmente gostava) e o que eu fazia porque achava que era o que esperavam de mim (como usar vestidos mais curtos se tinha/tenho que abaixar o tempo todo pra pegar os filhos? como ir a restaurantes à noite com as crianças se morro de dó do soninho deles? como encher a rotina deles de mil atividades se o que eu acredito é na liberdade pra brincar e no ócio criativo?). Depois que eu liguei o foda-se, minha vida mudou pra melhor.
- hoje me olho no espelho e me amo de verdade! Meu corpo de 37 não tá tão bonito, tô acima do peso, tem uns cabelos brancos me espiando daqui e dali, ruguinhas dando oi...mas quer saber? Tô satisfeita com ele! Até minha auto estima sexual tá melhor: não porque tenho corpão, mas porque me aceito do jeito que sou. Se eu partir para fazer exercícios, não vai ser porque as minhas amigas também fazem e devo acompanhar a onda, será porque eu quero!

Amo seus textos, sempre tão verdadeiros!
Quanto à viagem pra Paris, aproveite! Paris é linda, se quiser dicas é só avisar (aluguei apartamento duas vezes por lá).

BJs

Camila disse...

Não, Ana, você nunca exagera! Sua sinceridade é incrível, adoro ler!
Te acompanho pelo face também e é ótimo tê-lo por lá também.
Não tenho filhos, no entanto o excesso de trabalho anda me deixando assim também, e vivo tentando me encorajar para mudar. Me convenci que moletom só pode sair do armário aos domingos, salvo raras exceções, rs. Uma maquiagem de manhã tb virou tão obrigação quanto pentear o cabelo. Masss, parou aí, também não tenho saco para comprar roupas.
Ótimo saber que não sou um et. Rs
Beijos,

Andreia T. Farias Britez disse...

Inspirador, Ana... Não só seu relato sempre tão verdadeiro mas de outras mães mostrando que estou no caminho certo... Acho que todas as mães passam por esse desprendimento da vaidade em algum momento pós-maternidade e uma hora tudo se encaixa e a gente percebe que a vida continua mesmo sem corpão, né? Bjs a todas!!

Unknown disse...

Ana,

Sigo seu blog a muitos anos, já deixei uns poucos comentários, sobre receitas que testei a amei...mas preciso dizer mais, preciso dizer o quanto você já me inspirou em tantas coisas diferentes, como a paixão em assar pães, ou fazer seu próprio molho para macarrão, ou comprar ovos orgânicos e lindos. Ou simplesmente como você mudou minha forma de fazer compras no supermercado utilizando minhas próprias sacolas retornáveis.
E então você se tornou mãe e nos brindou com experiências lindas e nos mostrou como é prazeroso cozinhar também para os pequenos...E então eu me tornei mãe e pude aprender mais um pouquinho com você.
Obrigada por esse texto lindo, em um momento que sinto realmente que meu corpo nunca mais será o mesmo, ainda 13 kg acima do peso, não tenho tempo para muitas coisas com uma pequena que requer o meu amor e seu mamazinho, em tempo integral quando chego em casa cansada do trabalho, e tudo que posso fazer é me dedicar a ela e atender seus pedidos por amor e carinho. Mas não abro mão da maquiagem rs...Também descobri um novo prazer bobo em fazer as unhas toda semana no salão, resolvi que esse é o meu momento de ser cuidada. Acho que você vais me inspirar também com esse kettlebell, hem kkk
E assim vamos seguindo, como os pequenos descobrimos novas coisas todos os meses, é um novo mundo que vai nos mostrando mais a cada dia sobre nós mesmas.
Bjs!

Patricia Silva disse...

Que post encantador. Mesmo não sendo mãe e ainda não estando nos 30, me identifiquei com cada palavra. É incrível como as pessoas são parecidas. Mesmos conflitos. Mesmas necessidades. Obrigada por compartilhar.
:)

Roseane disse...

Adorei cada palavra, como adoro o blog. Já fui tudo isso e mais um pouco, hoje com 53 deixei tanta coisa pra trás... criei 5 filhos, sendo 3 de barriga e 2 de coração, e garanto que na época achava que jamais cresceriam. Cresceram e hoje somos tão cúmplices! O mais velho tem 29, e a troca entre nós é constante. Já engordei, emagreci, enlouqueci, pintei e cortei cabelo de todo jeito (menos roxo rs), mas cá estou com uma bagagem pessoal e intransferível.. bj grande, escreva, escreva, escreva....

Empral Pesquisas disse...

Poxa Ana, você me descreveu. Só falta a viagem para Paris e o romantismo do marido. Parabéns por ter se achado.

Ana Paula Ruman Götz disse...

Ana eu te amo! <3 Sua linda!

Descobri a Chata a pouco tempo tbm, estou viciada.
Aliás, já havia visto um vídeo a séculos atrás, pq umas amigas comentaram que odiavam ela. Mas acompanhavam tudo. (Oi?)
E sempre fugi pq pensava "ah aquela chata".

Ai assisti um vídeo dela.. E outro.. E outro.. Viciei.

ADORO a Luisa, acho ela uma graça!!!

Corri pesquisar o que é essa maravilha de kettlebell, vou atrás de fazer isso. Minha coluna foi pro saco com meus aluninhos de 3 anos. E a silhueta nunca foi lá essas coisas, pode se beneficiar dessa beleza.

Obrigada pelas dicas e por dividir um pouco da sua vida neste post. Amei!

Ana Elisa Granziera disse...

Autumn e Ana Paula,
se quiserem o contato do meu treinador (gente finíssima), segue o facebook dele: https://www.facebook.com/marcio.fontana.3
O legal do treino é que você faz com ele uma ou duas vezes por semana, e você tendo o "pesinho" em casa, pode treinar todo dia, nem que sejam só cinco minutos antes de trabalhar. Meu treino de todo dia não dura mais que meia hora, e dá um resultado em termos de força física e tônus muscular que é impressionante. Recomendo muitíssimo. Fora que é mais legal de fazer que academia e a evolução é mais rápida que a musculação. :)

Esses dias mesmo fui "promovida" pra swing com 32kg. U-hú! ;) Você se sente muito competente quando levanta metade do seu peso. hahaha.

Bjs

Lau V. disse...

Ana, que bom que você colocou esse texto no blog. São 2:44 da manhã e depois de ler e reviver tantas coisas parecidas com o que você relatou, consegui me sentir mais animada para começar cuidar mais de mim.
Muito obrigada.

Dani disse...

Ana, estive recentemente no USA e sabe que por lá estão todos usando cabelos coloridos? Crianças, adolescentes, jovens e até muitos adultos (mães) então com seus cabelos coloridos! Todo mundo pegando carona na moda Kate Perry.
No meu tempo era a Cindy Lauper quem tinha cabelos coloridos e eu também sempre quis usar. Agora, com 40 e os cabelos quase grisalhos está até mais fácil, nem precisa descolorir. rsrsrsrs
Beijo,
Daniela

Vera Lucia disse...

Ana, tudo isso são fases, principalmente quando os filhos são pequenos. Quando os meus tinham a idade dos seus, às vezes passava o dia todo sem tempo para me olhar no espelho. Ainda bem que num belo dia a gente acorda. Boa viagem!

Fernanda disse...

Ana, adoro a sinceridade com que você escreve. Esse texto foi um dos meus preferidos aqui. Espero que tudo isso vire um livro algum dia! Estou ansiosa pra ler sobre sua ida a Paris (; Beijo

Cynthia Nogueira disse...

Ana, adoro o blog e afundada em obrigações fazia tempo que não conseguia passar por aqui.
Pois é, essa redescoberta também aconteceu comigo, aos 41, depois de dois filhos e muita insatisfação. Agora é só corrida, 18kg a menos, muito creminho, minhas saidas noturnas, shorts esfarrapados e as tatuagens que eu julgava inapropriadas para uma mãe. Parei de brigar com a minha ruivice e abandonei a idiotice de pensar que só cabelo castanho é bonito.
Claro, eu me via com setenta, mas que se dane!
Vou chegar lá tatuada, magra, correndo e de bem comigo!

Junji Takeda disse...

Ana, faz um tempinho que não passo no blog e me deparo com dois posts que ainda não tinha lido! Que vergonha de um leitor fiel :P KKK Mas então... Apesar de eu não ser mãe (ou pai ainda), me identifico bastante com o seu texto. Recentemente comecei a cuidar de mim mesmo também e me dedicar um pouco mais ao trabalho e menos ao lazer. Cuidar de mim mesmo é uma das melhores coisas que já fiz em todos os meus 26 anos de existencia, tirando o fato de eu ser meio louco da cabeça e inventar de vir ao Japão meio que do nada quando tinha acabado de sair da faculdade, hahaha.

Falando sobre Paris, visitei a cidade há dois anos, e foi fantástico! Infelizmente, como eu estava junto com uma amiga (e ela não aguentava andar muito, entre outros menores problemas), não consegui ver tudo o que eu quis, mas espero que você consiga aproveitar ao máximo sua estadia!

Abraços!

Junji

Aline Squassoni disse...

Sou apaixonada pelo seu blog e pelas suas receitas, ainda não reencontrei meu antigo eu no pos maternidade.... Mas continuo procurando... Haha

Carol disse...

to aqui soluçando de chorar. tenho uma filha, nao tenho marido e se for a paris, vai ser pq eu me farei esse cafuné.
Obrigada pela honestidade e sutileza. Muito obrigada <3
vc salvou meu dia (e eu iteira, talvez <3)

Fernanda Aquino disse...

Ana, muito obrigada por se expor dessa forma. O meu coração tá apertadinho. Identificação total!
Fico muito feliz por você estar se redescobrindo. É muito dificil esse periodo de mãe de criancas pequenas...ainda mais quando a gente se perde, se distância de si mesma...muitas vezes me pego aqui me maltratando, me judiando e confesso, que muitas vezes, descontando nos pequenos minha frustração pessoal e viajando na internet com futilidades, buscando algum tipo de alívio que nunca encontraria ali.
Obrigada, sinceramente, obrigada.
Espero conseguir me encontrar.

Cecília Carvalho disse...

Que post lindo! Nem li a receita hihihihihi
A Chata de Galocha foi o primeiro blog que comecei a ler, uns 6 anos atrás. É um dos poucos que ai da vejo hj em dia.
Boa viagem!!! Fui a Paris em setembro de 2012 e desde então quero voltar. É mágica!

Tinara disse...

Gosto tanto de você...! Tenho três filhos. O mais velho cinco, a do meio 3 e o caçula 2.Daí que eu quero te dizer que as suas receitas são lindas e inspiradoras, mas não dou tanto valor a elas quanto a seu modo sincero, confuso e divertido de olhar a vida. Obrigada...

Mari disse...

me emocionei! e é por isso que enjôo de todos os blogs, mas não te largo. vc é foda e eu quero um livro seu!

Anônimo disse...

Elisa..já era sua fã agora sou mais ainda. Me identifiquei e me sinto feliz de saber que não estou sozinha.
Vivo em Madrid, mas meu coração é francês. rs
bjsss e contimue dividindo suas "loucuras" conosco

Anônimo disse...

Ana, por favor, continue compartilhando suas loucuras, pois eu sou uma mãe de uma criança, e agora grávida de mais 2, e me identifico muito com o que você diz, sempre. Acho que seríamos grandes amigas se nos conhecêssemos pessoalmente! Que sua viagem seja fantástica, beijos, Aline.

Unknown disse...

Parabéns pela coragem!!

Val Felix disse...

Certíssima! Obrigada por compartilhar, estou exatamente nesta fase louca que o filho e marido estão lindos e eu já identifiquei que sou a mendiga 'fat' da família kkkkk. Não tá ornando, e eu apesar de já ter identificado que tem coisa errada, não consigo dar o start :/

Val Felix disse...

Ps. sou sua fã desde a criação do blog :D Vc arrasa nas postagens e nas receitas, parabéns!!

Anônimo disse...

Li e reli tudo é só tenho à agradecer.
Amanhã retorno para a academia e vou cuidar um pouco mais de mim.
obrigada!!!
Bjs
Elaine

luciana disse...

Ana,
Adorei o texto. Estou no mesmo momento, com a desvantagem de ter dez anos a mais que você.
Aproveita muito este novo tempo e divirta-se muito em Paris.
Bjs
Luciana

Nat disse...

Sabe Ana, foi bom ler este seu post.
Estou em um momento de vida bem diferente do seu, me "perdi" por outros motivos.
Mas tem sido interessante resgatar algumas coisas que ficaram pra trás, e também descobrir coisas novas sobre mim e, lendo sobre sua história, poder pensar na minha, em como vem sendo o meu processo.
De alguma forma, é interessante ouvir histórias de outras pessoas que tb passam por isso, e ver que conseguem resgatar aquilo que é importante na vida, resgatar a si mesmos.
Obrigada pelo relato e pela receita.

Anônimo disse...

Onde está Ana??
Estou com saudades e louca pra saber da viagem!
Priscila Moreira

Susana disse...

Obrigada Ana! A loucura da vida é que ela é muito engraçada. Tive uma vida de cão durante anos que me fez perder o hábito de, diariamente, vir ler o seu blog. Hoje, decidi lê- lo de novo e dou de caras com o post certo na altura certa! Sinto- me assim,um pouco perdida e sem identidade. no meio de tantas identidades e responsabilidades.Obrigada!
P.S.: Ok, a minha loucura nunca me deu para pintar o cabelo de roxo! ;)

Marcela disse...

Querida Ana que saudade estava eu do seu blog. Acompanho vc a 6 anos acho eu,e por estar na mesma fase que vc, 34 com dois filhos pequenos havia esquecido de mim mesma e das coisas que me interesam. Voltar aqui me trouxe a lembrança de mim mesma,como me dando um agrado e olha o post que encontro!! Muito obrigada querida por compartilhar sua verdade com a gente. Bj bj

jack disse...

Ana ! Esta sumida saudade do seus textos me fazem tao bem ! E sobre a viagem? Abraços

elaine disse...

Olá Ana! Absolutamente apaixonada pelo seu blog! Sou sua mais nova fã e espero um dia seguir seu exemplo e retomar-me pois sou a "própria mãe cansada".... rsss
Parabéns pelos blogs (o de sua arte tbm é maravilhoso!)
Abraços,
Elaine

JOCINEIDE disse...

Ana.
Você é uma daquelas pessoas que a gente sente que conhece. Gosto muito de você, e talvez nunca nos encontraremos.
Só queria dizer que amo a forma como escreve e conta suas histórias. Há muito tempo não conseguia entrar no seu blog, porque hoje em dia trabalho fora, depois de 15 anos em casa cuidando dos meus filhos, que hoje são homens.
Sou do tempo quando você começou a desenhar, e quando você falou sobre o livro Um ano na Provence, e desenhou a parte das trufas que o autor fala no livro, mexeu com a minha imaginação, e como amo ler, corri atrás deste livro aqui em Curitiba, e não achava. Minha cunhada mandou pra mim de Florianópolis, encontrou ele num sebo. É um dos meus preferidos da minha estante.
Sempre imaginei um desenho seu na minha parede, sobre a poesia de Cecilia Meireles - A arte de ser feliz, quando fala sobre os gatos que abrem e fecham os olhos sonhando com pardais...
Obrigada por compartilhar com tanta graça e verdade o seu dia a dia.
Um abraço,

Jocineide

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