terça-feira, 2 de outubro de 2012

Frascatula di polenta e verdure e criança que não fala

"Frascatula" não é uma palavra linda? Esse prato de polenta e legumes da província siciliana de Enna me chamou a atenção pelo nome e pelo colorido. Mas enquanto eu repetia "Frascatula" e "Polenta" para Thomas, escandindo as sílabas, ele me devolvia meia dúzia de sons guturais, alguns "hmmmmm" enquanto devorava os quadradinhos amarelos de polenta (e ignorava o brócolis), e uns "ah!", "bu!", e "dá!" ocasionais.

Thomas andou cedo, é grande e forte, esperto e bem humorado, mas tem uma preguiça fenomenal de falar, não importa o quanto estimulemos. "Po-len-ta", eu digo. "Ah-uá!", ele responde. ¬_¬

Fazer o quê?

Cada criança tem seu ritmo, e se você já ficou aterrorizada por pediatras e amigos dizendo que seu filho tem problema porque ainda não anda, ainda não fala, ainda não dorme a noite inteira, ainda não tem todos os dentes, ainda não atingiu a desgraçada da média burra de peso e altura (Thomas esteve abaixo no seu primeiro ano inteiro, e hoje ultrapassou de longe ambas, então isso não quer dizer joça nenhuma) ou qualquer outra medida-padrão de criança que trata seres humanos como se fossem maquininhas todas iguais, mande lamber sabão, relaxe e curta seu filho do jeito que ele é.

Eventualmente ele vai andar, falar, ter dente, crescer, o que for. O pediatra fazia terrorismo por Thomas ser magro, sem levar em consideração que o menino estava sempre feliz e de bochechas rosadas, e que nunca havia pego uma gripe sequer (a única febre até hoje foi no nascimento dos dentes). Vou ficar encucada? Claro que não. Dava de ombros, e não dava vitaminas coisa nenhuma. Nem fórmula, essa coisa bizarra.

Hoje lá vai ele, maior que as crianças da idade dele que conhecemos (salvo os primos de segundo grau, que puxaram ainda mais a alemãozisse da família, e são imensos), mas magrelo como só ele, sorridente, saudável, voluntarioso e teimoso.

Teimoso com brocolis, que sempre gostou, e agora empurra para o lado. "Nein, nein", diz ele, balançando a cabeça, e não sei se é uma sílaba aleatória, ou se ele está me imitando quando digo "não" ao cachorro em alemão. Nada de brócolis, mãe, por mais gostoso que esteja. Mas a abóbora pequena, que entrou no lugar da abobrinha na receita, os tomates e, principalmente a polenta... ah, a polenta sim. Um pouco d'água para ajudar a descer... e mais polenta.

"Hmmmmm", diz ele, sorridente, espetando a polenta com o garfo e levando à boca, acertando uma das nove tentativas. Então faz cara de safado, ergue e balança o garfo, como quem diz "olha só o que eu estou fazendo agora..." E ri. E eu sei que ele está satisfeito quando começa a brincar de esmagar a polenta entre os dedos e reorganizar o brocolis no prato. Fora do prato. No prato. Fora do prato.

Esta "Frascatula", quase nada adaptada do lindo e enorme livro Culinaria Itália, é um prato perfeito para famílias como a minha, e algo que pretendo repetir quando a pequena futura guerreira de cabelos cacheados estiver na fase das papinhas. Porque os adultos comem como adultos, os pequenos escavadores de sementes recém-plantadas em vasos comem com as mãos e conseguem mastigar bem todos os elementos do prato, e os menorezinhos ainda comem a polenta molinha com os legumes transformados em purê. Se achar que falta uma proteína, pode-se fazer a polenta veneziana (com leite no lugar de parte da água) ou misturar queijo a ela (ou por cima do prato). Também acredito que vários outros legumes ficariam bem aqui, apesar de ter gostado da combinação como ela é. Substituí a abobrinha pela abóbora pequena, apenas descascada e ligeiramente aferventada junto com o brócolis para garantir que ficaria molinha o bastante para o Thomas, e omiti as batatas, que não tinha.

FRASCATULA DI POLENTA E VERDURE
(ligeiramente adaptada do lindo livro Culinaria Italia)
Rendimento: 3 pessoas

Ingredientes:
  • 300g sêmola de milho ou polenta bramata
  • 300g ramos de brócolis
  • azeite de oliva
  • 1 cebolas em rodelas
  • 400g de abobrinhas cortadas em pedaços pequenos (ou abóbora pequena, descascada)
  • 1 lata de tomate pelado
  • sal e pimenta do reino

Preparo:
  1. Leve à fervura água na proporção indicada na embalagem da sêmola ou polenta que você tem em casa. Salgue, junte a sêmola aos poucos, e cozinhe em fogo brando, mechendo com frequência, até que a polenta esteja cozida (de 30-40 minutos). Despeje numa assadeira média, alisando a superfície com uma colher, e deixe esfriar e firmar. Corte-a em pedaços pequenos, no formato que quiser.
  2. Cozinhe o brócolis em água fervente salgada por alguns minutos, apenas até que estejam al dente, e retire. Se estiver usando a abóbora, cozinhe-a na mesma água por um minuto, apenas para acelerar seu cozimento depois. 
  3. Aqueça o azeite numa frigideira grande e junte a cebola, a abóbora ou abobrinha e cozinhe em fogo médio até que estejam tenras e começando a dourar. Junte a lata de tomate, tempere com sal e pimenta e abaixe o fogo para que cozinhem mais devagar, mexendo de vez em quando.
  4. Quando a abóbrinha ou abóbora estiver macia, junte o brócolis. 
  5. Distribua a polenta (reaquecida ou em temperatura ambiente, para que se aqueça com o vapor dos legumes) nos pratos e cubra com os legumes. Sirva imediatamente. (A quantidade de polenta pode ser demais, mas as sobras são ótimas fritas em azeite quente no dia seguinte.)


24 comentários:

Ludmila Carvalho disse...

Hum, vou fazer essa receita em breve para o meu pequeno pulador, que também esteve abaixo da curva de peso por um tempo (e eu também não liguei nem um pouco para isso, sabendo que ele é super feliz, saudável e energético).
Sempre gostei de polenta mas tenho dificuldade de acertar, a começar pela compra da farinha - nunca sei bem o que é fubá, o que é farinha para cuscuz, ou quando a farinha é pré-cozida... uma confusão!
Beijo grande,
Ludmila

Fulana disse...

Oi Ana! Acabei de chegar da Itália e comi cada polenta gostosa... Vou testar essa receita nessa semana. Sobre o menino, sem demérito, creio que ele não fala porque ainda não vai na escola ou outro ambiente em que ele é estimulado por dezenas de amigos e não tem a mesma comunicação quase simbiótica que tem com vocês, em que pela intimidade todo mundo se entende. É verdade absoluta que não é nada, e ele vai ser um tagarela ainda :)
Beijos

Aninha disse...

Oi, Ana, essas crianças são mesmo um barato! Minha filha é um pouco mais nova que Thomas e também não quer saber de falar...até o mamama que saia fácil ela já dispensou, porque viu que qualquer grunhido é suficiente para que seus pedidos sejam atendidos...mas eu sei que uma hora isso muda e a gente começa a desejar minutinhos de silêncio.
Ah, lembrei de você neste fim de semana quando comprei pela primeira vez leite direto do produtor...consegui com o dono de uma barraquinha da feira de orgânicos...como ele não pode vender na feira, leva leite congelado, queijo, ovos, geleia somente para os clientes "de confiança". Fica a dica ;-)

Renato Saldanha Lima disse...

Ana,

acompanho o seu blog já há algum tempo. Quase dois anos talvez. Nunca comentei. Mas é pura música ouvir você dizer que devemos amar nossos filhos como são. Concordo plenamente. Senão não os estaríamos amando mas a nós mesmos neles projetados. E morreríamos em tristeza profunda, e das mesma forma matar-los-íamos, se tivéssemos, como eu, um filho especial.

Parabéns pelo blog, não é à toa que ele tem um gosto muito gostoso de verdade e humanidade.

Saúde e vida longa para você e seu povo.

Carolina Frîncu disse...

Receita anotada. Amamos polenta (meu pai é mineiro, tem angu na veia e o marido romeno, "mama liga" é acompanhamento do sarmale, prato tradicional) e acredita que ainda não fiz para a pequenininha da casa? Sacrilégio! Quando ao Thomas... é esperto! Vai ter mesmo que falar um dia, quanto mais tarde, melhor prá ele...rs... Meu sobrinho começou a falar com 3 anos. Ele acordou e falou, simples assim. Entendia tudo, apontava simpático, meneando a cabeça quando queria uma coisa. Essas coisas de criança... tenho pensado tanto nisso que vc nem imagina! Bom, não é uma carta. Bjos! Quando saberemos o nome da sua pequena? Ah1 Te respondi sobre a lavanda.

Livia Luzete disse...

É relaxa,Ana! Cada um tem seu tempo. O Pietro entendia tudo e se fazia entender,com carinhas, expressões orais,chamávamos ele de Boing Boing(lembra desse desenho? será que vc chegou a ver?) E depois de um anos e pouco começou a andar e falar. Peso? Vitaminas? Também ouvia do mundo a minha volta que o Pietro era magrinho. Sim,ele não tinha uma dieta de coisa que entopem o ser humano. Eu já era ovo-lacto-vegetariana! Somos saudáveis!
Já a Flora...aqui no Ceará tem uma expressão para definir quem fala pelos cotovelos: "Essa menina bebeu água de chocalho!"
É isso cada um é um!
Beijos e beijo na barriga.

lili disse...

Quando ele começar a falar,você vai ter saudade do silêncio.Quando meu filho desandou a falar a professora do maternal mandava vários bilhetes reclamando da "falação",que atrapalhava a classe.Viajar com o pequeno papagaio era um ato heróico.

Patricia disse...

Oi, Ana.
Que receita essa, menina? Parece deliciosa. Pena que aqui em casa só eu gosto de polenta cozida. Os devoradores do filés de brontossauros gostam mesmo é dela frita!
Meu Miguel demorou para falar também. Mas tentou andar com 10 meses. Levou alguns tombos, pois as pernocas ainda não estavam preparadas, deve ter doído, daí que ele sabiamente esperou mais um mês e aos 11 meses saiu andando firme feito prego em pudim e nunca mais parou de andar, escalar, correr, pular, enfim, explorar o mundo. Mas falar, necas! O pediatra me sossegou (o meu Samuel, primogênito, falou com 9 meses!!!!!) Logo eu estava um tanto aflita em ter um filho de 2 anos que corria e não falava. O pediatra me acalmou, dizendo que o desenvolvimento infantil vai por etapas, se uma criança tem mais interesse pelo movimento, o corpo joga a energia nisso. Se está mais interessada em falar, vai jogar a energia na fala. Hoje, com 7 anos, meu Miguel é um andarilho falante, falante, falante. Parece a Emília, não fecha a boca nem quando come!
beijos,
Patricia

Mi diiirce disse...

Filho não come polenta, não come brócolis. Posso fazer p mim? ;)
Jokas da Milene @diirce

CRISTIANE LARA disse...

Oi Ana, tudo bem ? Parabéns pelo seu dia ! Muitas felicidades, saúde e que Deus sempre a proteja !
Amo polenta ! E legumes juntos, então, é uma combinação perfeita ! Não esquente mesmo com o que esses pediatras falam. Logo o seu pequeno estará falando. :) Beijocas

miosotiis disse...

Olá Ana! ;)

Li o post todo, sorrindo e concordando, mas bom, bom, foi lembrar-me da minha passagem por Enna, em Abril.

Que recordação boa...*

Andreia T. Farias Britez disse...

Oi Ana! Vim aqui comentar sobre a polenta que parece super gostosa e minha pequena é fã de polenta desde pequena! Quanto ao Tomas é como alguém falou aí em cima, daqui a pouco ele solta o verbo e vc vai ficar pedindo uns minutinhos de silêncio... Aproveitando a oportunidade: Parabéns!! A grávida aqui já tá pensando em que bolo tá saindo da sua cozinha!! Hmmm!

Ju e Júlio disse...

Ana, pergunta: onde vc compra seus acessorios de padaria (espatula, grade de resfriamento, cesto...). Comprei forma de pizza de pedra sabao, sera que faz o mesmo efeito do granito? Abraco

Anônimo disse...

Oi Ana, parabéns pelo blog, estou sempre aqui dando uma bisbilhotada.
Tenho um filho de 11 anos que andou com 9 meses mas falar nada...
Como o médico dele é antroposófico e super zen disse uma vez só uma frase que nunca mais esqueci e repito para todas minhas amigas:
"Calma filha, tá tudo certo, essa é a ordem: andar com um ano, falar com dois e pensar com três."
E foi assim...

carol disse...

Feliz aniversário!

Fernanda Amarante disse...

Querida, adoro ler suas histórias com o pequeno!! Mal posso esperar pra quanto tiver a mocinha também, e você tentando fazer dois comer brocólis (Neeeeeein, Nein, mummy!!!)

Dricka disse...

Não consigo entender a discrepancia em querer crianças gordas e adultos magros, que predomina na nossa cultura! Se uma criança é magra, mesmo que bastante mas seus exames estão ok, ela é simplesmente magra! Esquecem que é de pequeno que se formam os habitos alimentares e não adianta tuchar comida na criança porque ela é bebe e vai ficar linda fofinha e depois priva-la de comer na pré puberdade e adolescencia. Coisa mais contraditoria. E quanto a polenta tá muito apetitosa, despertou meu apetite! E o tipo de prato que como suspirando, e se eu estivesse ao lado de Thomas resolveriamos facil facil o dilema do brocolis, que eu amo de paixão!
Bjs

Izabella disse...

Ana, sou leitora assídua do seu blog, mas nunca comentei. Li o seu texto no dia que foi publicado, pensei em comentar, mas desistir. Hoje retornei aqui e me senti na obrigação de fazer algumas ponderações. Sou fonoaudióloga e atraso de fala em crianças é um dado extremamente relevante para algumas patologias, inclusive graves. O primeiro sintoma de patologias como gagueira, dislexia, distúrbios de aprendizagem costuma ser o atraso de fala. Casos como o autismo, asperger e outros transtornos globais de desenvolvimento geralmente são diagnosticados pelo atraso na fala. Não tenho a intenção de ser alarmista... As crianças tem que ser avaliadas como um todo, se são saudáveis, etc... Mas me preocupa a tendência de "deixa pra lá que uma hora vai falar", pois pode ser o primeiro sintoma de algo mais sério. Nossa orientação é sempre que suspeitar de qualquer alteração no desenvolvimento infantil é procurar atendimento, mesmo que seja para ouvir que está tudo normal... E graças a Deus, realmente é uma minoria que apresenta problemas, mas esta minoria com atendimento precoce se desenvolve muito melhor. Abraço, Izabella

Meu email: izabellafono@hotmail.com

Cynthia Nogueira disse...

Oi Ana,
Sabe, eu queria ser sua vizinha. Primeiro para poder trocar figurinhas sobre crianças, desde meninos que não falam e meninas que são lindas e falantes, mas principalmente pra dividir polenta com você. Eu amo, sou maluca por polenta, faço aqui em casa só pra mim, com ragú de shitake. Quer dizer fazia, porque depois que passei a preparar como a minha mãe faz (com leite, manteiga e queijo por cima) as crianças comem muito e adoram, mas pura, sem acompanhamento. Quanto ao Thomas e as diferenças de desenvolvimento você vai lembrar com saudades desse tempo, quando a justiceira italo-germânica de cabelo encaracolados (pequena pintura de Caravaggio)começar a falar.
A diferença é brutal! Mulher fala muito, mesmo, não adianta achar ruim.
A Themísia começou aos seis meses e até hoje está embalada, tem hora que peço pelo amor de Deus pra calar a boca!
Eu falo que vou mandá-la para um monastério pra ver se controla a língua.
Enquanto isso o Nathan é só uga-uga me dá a minha clave. Ás vezes eu até procuro a tecla SAP nele, mas ainda não encontrei.
Dizem que os meninos só começam a desenevolver bem o vocabulário depois dos 02 anos, mas eu estou tranquila e agora dou de ombros para as neuras da pediatra.

bjo e bom resto de semana!

Mariana disse...

Oi Ana, acho que é a primeira vez que eu comento aqui, mas já acompanho seu blog há um bom tempo.
Gosto muito do jeito que você escreve e me identifico muito com seu perfil e você me inspira cada vez mais a me tornar "independente" dos industrializados. ;)
Também tenho uma filha, hoje com um ano e cinco meses. Sobre o que você falou dos tempos dos bebês, seria tão bom se todos aceitassem que cada bebê tem seu tempo, seu tempo de nascer, seu tempo de andar.. que cada alimento também tem seu tempo de estar maduro.. Enfim, ter paciência para aceitar o outro :)
Tudo de bom pra vocês!

Mariana

Ana E.G. Granziera disse...

Izabella,
obrigada pelo seu input. Mas era exatamente disso o que eu estava falando: o fato de pessoas que não convivem com a criança sugerirem problemas que, para quem convive, obviamente não são o caso. As síndromes que você citou não poderiam ser mais opostas a todos os comportamentos e características do Thomas, por exemplo, e quando alguém sugere esse tipo de coisa, fosse eu mais neurótica, causaria apenas stress desnecessário. Não acho que "deixar para lá" seja uma tendência. O que vejo é bem o contrário. Crianças pequenas tomando pilulinhas a torto e a direito tentando consertar traços de personalidade que não se encaixam em padrões pré-estabelecidos do que meia dúzia considera "normal". Acho que as mães hoje sofrem de excesso de informação e cautela. Que desde a gravidez é tanto terrorismo, que não dá mais tempo de curtir a criança. E que as pessoas em volta não pensam nas consequências quando saem opinando sobre o filho dos outros.
O intuito aqui era justamente relaxar um pouco, porque quem é mãe ou está pra ser parece que só ouve possibilidade de desgraça o tempo todo.

bjs

Anônimo disse...

Oi Ana, lembra que eu havia lhe perguntado sobre o ferro em outro post? To fazendo o que vc falou, comendo mais feijão, escolhendo melhor os alimentos. Minha filha nasceu dia 10 de setembro, linda, forte e ontem fui ao hospital porque ela esta com muitas cólicas e gases, e me perguntei se era do feijão, etc. Mas percebi que tem dias que como e ela ficava bem, e a pediatra ontem falou que ela tem fome, lógico, demoraram tanto a atender que ela queria mamar... Falou que ela estava abaixo do peso, etc,etc. Fiquei triste na hora, mas depois pensei, que ela esta saudavel, mama bem, enche as fraldas, etc. Quando vi seu post me deu um alivio, nao quero dar suplemento a ela nao. Cada médico fala uma coisa, to cansada e estressada, uns falam que as cólicas sao de alimento, outros da pega incorreta, outros a posição de mamar. Enfim, ontem resolvi descansar e seguir amamentando normalmente. Obrigada por dividir suas experiências. Beijinhos

Carolina Frîncu disse...

Ana, acabei de comer essa delícia! Olha, que eu gosto de tudo, ok. Mas se te anima com alguma coisa, meu Levi (2a10m) está terminando de limpar o prato e dizendo "isso tá uma delícia, muito, muito bom"!Obrigada!

Clarissa disse...

Olá Ana,
Comprei há um mês atrás uma polenta italiana, instantânea, mas era a melhor que me parecia no mercado.
Há uns 10 dias voltei de NY e no Chelsea Market comprei a famosa bramata, italianíssima. Fiquei nas nuvens!
Hoje vou fazê-la, li seu post em que fala sobre as farinhas de polenta, mas você em seu maravilhosos livros descobriu mais algo sobre a diferença entre a instantânea e a não instantânea? Elas parecem tanto umas com as outras e nas embalagens de ambas há a menção de serem farinas di granoturco.
PS: vou fazer ela no forno direto como mencionou, depois te falo como ficou!
Beijinhos

Cozinhe isso também!

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