terça-feira, 8 de março de 2016

O fim do Facebook e um pão de fermentação natural


É estranha essa sensação de estranhos aprovando uma decisão sua. Uma multidão de estranhos (dentre os quais alguns poucos nomes ou rostos mais ou menos conhecidos) aprovando sua decisão de comer mingau de aveia de manhã cedo. A mesma sensação de quando eu, aos cinco anos, mostrava um desenho para minha mãe e ela dizia que estava lindo e grudava na geladeira com um ímã de propaganda de farmácia que sempre saia voando ao primeiro vento forte na cozinha estreita em forma de corredor.

A mesma sensação de quando uma pessoa olha um quadro meu, um desenho feito aos meus quase quarenta anos, diz que está lindo, paga, leva para casa e bota na parede.

Eu pinto para mim, porque eu amo, porque eu preciso, porque o processo da transformação da tinta em imagem me fascina como fascina a transformação do meu cérebro quando eu aprendo um idioma, quando entendo um conceito novo, quando aperfeiçôo uma receita, quando resolvo uma birra infantil sem sair do sério, quando consigo saltar um buraco que antes me apavorava saltar.

Desenhei a vida toda mesmo antes de pensar em viver disso.

Para mim. Desenhei o que eu gostava e o que eu imaginava.

Mas a sensação infantil da aprovação que vem com a venda de uma obra é emocionante, é viciante, é fascinante.

E é uma versão infinitamente mais complexa e mais satisfatória do que a sensação de aprovação por eu ter fotografado meu iogurte.

Esses últimos meses de atividade no facebook foram um aprendizado. Primeiro, eles corroboraram com minha preguiça de escrever no blog, porque eu andava de fato sem ideias para textos, focando minha energia criativa em outras áreas da vida e sempre em dúvida se aquela receita era especial o bastante para ser publicada, uma vez que há hoje em dia mais receitas na internet do que gente que de fato cozinha.

É fácil postar no facebook. Não preciso baixar fotos da câmera, tratar, não preciso criar, escrever, revisar e revisar e revisar textos imensos.

Mas também é chato. Porque não consigo criar e escrever textos imensos. Que, mais do que qualquer receita, foi sempre o que me manteve nesse espaço, mesmo tendo por tantas vezes prometido parar com os posts. Eu gosto de escrever. Quase tanto quanto gosto de pintar.

E então o ato de fotografar meu mingau e postar meio parágrafo de receita apenas para mostrar uma rotina culinária virtuosa começou a me parecer frívolo, auto-indulgente e terminantemente inútil. Eu tentei me convencer de que aquilo inspiraria outras pessoas a se alimentarem melhor, mas a verdade é que eu só estava viciada nos comentários de apoio e nos likes.

Eu que sempre odiei facebook caí em sua rede feito um peixe atordoado.

Tentei me convencer de que eu precisava me manter no facebook pelo meu trabalho. Eu preciso ficar conhecida, diziam meus amigos. Mas conhecida pelo quê? Tanta gente no facebook que segue a página mas nunca leu o blog sequer sabe o que faço para viver. Quando as pessoas se referem a mim como "La Cucinetta" eu percebo que essa estratégia visualizada pelos meus colegas de trabalho saiu pela culatra. Quem me conhece por Ana Elisa veio do blog e conhece meu trabalho, e essas pessoas não precisam da interface do facebook, porque elas desenvolveram comigo um relacionamento através do blog pelos últimos dez anos. E isso é bem mais agradável. (Em tempo, não estou desmerecendo quem me conheceu através do facebook e nunca foi nada além de educado e agradável, mas apenas reitero minha preferência por uma interação mais pessoal.)

Os videos, exclusivamente sobre o meu trabalho, têm esse gostinho do blog. Essa sensação mais pessoal e mais criativa, que a linha de produção estéril e histérica de conteúdo no facebook  não tem.

Eu caí na pegadinha do facebook numa época em que meus amigos pararam de usar email fora do ambiente de trabalho e antes do wasapp surgir. Fora do facebook, perdi contato com muita gente, perdi eventos, e era difícil convidar as pessoas para o aniversário dos meus filhos. Entrei porque resolvi dar o braço a torcer e não ser tão retrógrada, tão resistente a mudanças. Com medo de não entender mais a tecnologia quando chegasse a vez dos meus filhos se enveredarem por ela.

Pareceu inofensivo no começo.

Então vi meu dia ser engolido pela torrente de informações inúteis na minha timeline. E descobri que você gasta um tempo brutal preocupado com a opinião de gente que não sabe nem onde você mora. E você fica irritado com discussões infrutíferas que você jamais teria na vida real com alguém que é de fato seu amigo. E você entende que na internet, muita gente que você admirava na verdade é um tremendo babaca. E você vê que convidar pro aniversário do seu filho via facebook é prático, mas clicar "eu vou" é tão fácil quanto esquecer de ir, e que a informalidade e a distância da internet só dá mais margem para a falta de respeito e de educação do ser humano.

Facebook consumiu meu tempo e meu bom humor. Acabou com minha paciência e com boa parte da minha fé na humanidade. Não é a toa que as pessoas mais tranquilas que conheço são aquelas que não tem conta em redes sociais.

Sinto há tempos uma necessidade de me fechar em mim mesma e no meu mundo, e encerrar meus conflitos e minhas opiniões em meu peito por tempo o bastante para que elas borbulhem para fora em forma de arte e pensamento construtivo, ao invés de serem cuspidas em fotos insignificantes e anedotas esquecíveis.

Da mesma forma que compreendi que não é a vida urbana que me repele, mas especificamente São Paulo, entendi que não é a vida online que repudio, é especificamente o Facebook e similares formas de ostentação de vidas forjadas.

Dá pra ver que muita coisa anda mudando dentro de mim. Essa busca incessante por um jeito meu definitivo de cozinhar, essa busca por uma forma mais saudável de me olhar no espelho, essa busca por um meio mais tranquilo de criar meus filhos, a busca por ter menos tralha, a busca por um lugar bom para morar, a busca por um bom modo de trabalhar e viver do meu trabalho, a busca por uma forma mais lúcida de me relacionar com o mundo digital. E isso envolve muitas idas e vindas, muitas decisões e arrependimentos, muitas tentativas e erros.

Talvez sejam os quarenta anos se aproximando. Fiquei em choque outro dia quando meu marido me lembrou de que eu faria 37 esse ano. Mas isso é assunto para outro post.

Eu entendo que as pessoas às vezes fiquem irritadas com minha volubilidade.

Eu mudo porque eu tento. Tentanto, eu experimento, e experimentando eu descubro o que funciona e o que não funciona para mim e para o momento que estou vivendo.

Facebook não funciona. Uma ferramenta que me parece boa porque corrobora com minha preguiça jamais será boa. Uma decisão que você tome baseada em preguiça jamais será a certa.

Estou encerrando todas as minhas contas no Facebook. Havia tempos já que mantinha minha conta pessoal tão somente por questões burocráticas: sou obrigada a ter uma conta pessoal para manter uma página profissional. Mas vinham meus amigos me perguntarem se eu havia visto isso ou aquilo na minha timeline, que eles haviam "me marcado", e eu só podia responder com um olhar curioso de quem não faz a mais pura ideia do que o outro está falando.

A profissional eu simplesmente não consigo me forçar a alimentar. O canal não me seduz. Mas sua existência me fez abandonar o blog onde eu descrevia minhas experiências e meus processos, e acho que isso foi uma perda. Quero voltar a alimentar o blog profissional com ilustrações e processos, pois ali as pessoas têm de fato acesso a todo o acervo do meu trabalho, ao contrário do facebook, onde não se consegue fazer uma busca decente de conteúdo e onde as informações são filtradas por algoritmos que decidem quem vai ver o quê baseado em quanto eu paguei ou deixei de pagar para a plataforma.

Mantenho o Pinterest (AnaElisaGaiarsaGranziera), que achei uma ferramenta agradável e útil para compilar conteúdo que me deixa de bom humor, e é um lugar bom para vocês verem que outras coisas eu preparei e gostei e que não vieram parar no blog.

Mantenho meu canal de trabalho no you tube (Ana Elisa Gaiarsa Granziera, ou Desenhoquê),  onde venho tentando explicar o que é de fato o meu trabalho. Volto logo com videos, assim que a vida se estabilizar, pois assim que voltei de férias durante o carnaval, marido teve apendicite, depois complicações, os horários das crianças mudaram... enfim. A vida acontece. Até o fim da semana tem video novo, e pretendo criar uma newsletter decente para quem se interessar em receber notícias a respeito de meu trabalho, como exposições, vendas, material novo.

Mantenho meu portfólio profissional (www.anaelisagranziera.com) e o blog de ilustração (www.anegg.com.br), que anda desatualizado pra burro, justamente porque fiquei jogando tudo no facebook, esse lugar onde a informação se perde e se inutiliza.

E aparentemente volto para esse blog em intervalos esparsos. Quando um conflito interno borbulhar em forma de texto.

Agradeço a quem apoiou as páginas do facebook até hoje. Peço desculpas pelo abandono. Agradeço quem continuou com o blog mesmo com ele às moscas. Talvez seja seu pensamento positivo insistente que me faça retornar sempre. Com certeza é esse relacionamento à distância, mas caloroso, que me faz ficar.

Os textos são mais longos, o "like" quase nunca é certo. Mas é como um pão de fermentação natural. É lento. É trabalhoso. Nem sempre dá certo. Mas o gosto que fica na boca é melhor. O prazer é mais duradouro. O aprendizado é garantido, mesmo quando não dá certo.

Eu nunca havia colocado receita de fermento natural no blog. Então aqui vai. Porque no fim, não é um bicho de sete cabeças. Mais do que técnica, exige intuição e atenção e sentidos apurados. Tudo aquilo que a interação fast food das redes sociais arranca de nossa experiência humana.

FERMENTO NATURAL
(do livro How to Bake, do Paul Hollywood)

Ingredientes:

  • 500g de farinha (+250g para cada alimentação) - de preferência orgânica, pois tem mais nutrientes para as bactérias; já fiz teste com a comum e não vai tão bem
  • 1 maçã orgânica pequena (precisa ser orgânica - você quer as bactérias na casca, não precisa nem lavar)
  • 360ml de água (morna se o dia estiver abaixo de 21ºC, temp. ambiente se estiver por volta de 24ºC e se gelada se estiver perto dos 30ºC ou superior)


Preparo:

  1. Rale a maçã com casca, apenas descartando o miolo. Misture aos 500g de farinha e à água até ficar mais ou menos homogêneo. (A minha farinha branca tinha acabado e usei uns 100g de farinha de centeio com sucesso.) A consistência que você quer é de mingau de aveia grosso. Ajuste a água se julgar necessário. Coloque a mistura num pote de vidro grande, tampe e deixe em temperatura ambiente por 3 dias. 
  2. Depois desse tempo, a mistura deve ter um cheiro adocicado como sidra e talvez escureça um pouco. Pode ter bolhas e até ter crescido. Descarte metade da mistura e alimente novamente com 250g de farinha e 170ml de água, ou o que for preciso para retornar a massa àquela consistência do primeiro dia (a massa tende a ficar mais líquida conforme o tempo passa.) Tampe novamente e deixe por mais 2 dias. 
  3. Depois desse tempo, a massa deve estar bem ativa, com muitas bolhas pequenas. Se nada estiver acontecendo, veja a lateral do pote, se há marcas de que a mistura cresceu e desinflou. Se isso aconteceu, está ativo. Se houver líquido sobre a massa, está ativo demais e o fermento já comeu tudo o que tinha: descarte o líquido, metade da massa e realimente, deixando por mais um dia. 
  4. Quando estiver pronto para fazer seu pão, descarte metade da mistura (ou, na verdade, guarde em outro pote para manter seu fermento, na geladeira, realimentando uma vez por semana), e misture 250g de farinha e água o bastante para criar uma massa bem molenga. (Você vai usar essa mistura toda para o pão, por isso guarde aquela parte que descartou para continuar com seu fermento.) Deixe por 24h.
  5. Quando a massa começar a borbulhar dentro desse tempo, está pronta para ser usada. Idealmente, ela deve estar grossa como massa para panqueca e borbulhante. Se não estiver, alimente outra vez e deixe por 2 dias. O tempo que seu fermento demora para amadurecer varia muito, dependendo dos ingredientes e do ambiente. Tenha paciência. 


PÃO SOURDOUGH BÁSICO
Rendiemento: 2 pães
Tempo de preparo: um montão.

Ingredientes:

  • 750g farinha de trigo orgânica
  • 500g fermento natural
  • 15g sal
  • 350-450ml de água (morna, temp. amb., ou fria/gelada, dependendo da temperatura do dia)


Preparo:

  1. Misture a farinha, fermento e sal em uma tigela grande. Junte 350ml de água aos poucos, misturando com as mãos e adicionando mais água se necessário, até formar uma massa macia e grosseira, e conseguir "limpar" a farinha da tigela. 
  2. Unte a bancada com óleo, despeje a massa e sove por 5-10 minutos, até a massa ficar macia e formar uma superfície lisa. A massa não deve ficar excessivamente grudenta nem chegar a ser seca. 
  3. Quando a massa estiver uniforme e sedosa, coloque em uma tigela untada, cubra com filme plástico e deixe em temperatura ambiente (algo entre 15-25ºC) por 5 horas ou até que pelo menos dobre de tamanho. 
  4. Prepare duas tigelas iguais para fermentar o pão, forrando com panos de linho (que não grudam na massa como panos de prato) e polvilhando com bastante farinha. 
  5. Sove a massa por alguns segundos, forme duas bolas iguais e coloque de cabeça para baixo as tigelas forradas e enfarinhadas. Polvilhe com mais farinha e embale as tigelas em sacos plásticos fechados, para não deixar a umidade escapar. Deixe em temperatura ambiente (entre 22-24ºC) por 10-13 horas. (Se o dia estiver muito quente e a massa estiver fermentando rápido demais, coloque na gaveta de legumes da geladeira por algumas horas.) A massa está pronta quando tiver pelo menos dobrado de tamanho e, ao pressionar seu dedo, a superfície volte ao normal devagar. Se a superfície estiver enrugada, passou do ponto. Retire da tigela, tente "espanar" o excesso de farinha, sove por alguns segundos, formando a bola novamente e deixe fermentar por mais 5-6 horas até dobrar de tamanho. 
  6. Para assar você tem duas opções. A opção do livro é de pré-aquecer o forno a 200ºC e forrar duas assadeiras com silpats. Inverta as tigelas nas assadeiras, retirando o pano, faça um corte na superfície do pão e leve ao forno um por vez por 30-40 minutos, até que doure e emita um som oco ao bater os nós dos dedos na parte de baixo. Minha opção é pré-aquecer o forno no máximo com uma panela de ferro dentro por meia hora, inverter o pão lá dentro, fechar a tampa e assar por 30 minutos e depois mais 15 sem a tampa. Isso sempre me dá uma crosta mais crocante e mais dourada, mas suspeito que seja por conta de defeitos no meu forno que isso não aconteça de outra forma. Fica a critério do freguês. 


Esse pão fica deliciosamente azedinho. Eu tinha parado de fazer sourdough, engolida pela preguiça e alguns resultados ruins, mas fiquei louca de vontade de novo depois de assistir à série Cooked, na Netflix.

Mesmo que seu sourdough não dê muito certo da primeira vez, fique achatado, sem cor, denso, o que for: ele ainda renderá excelentes torradas ou croûtons, melhores do que qualquer uma que você já tenha comido. Se nem isso, pelo menos excelente farinha de rosca. ;) Vale a tentativa.

Até o fim da semana devo encerrar o facebook. Então se você quiser algo que sabe que está lá, tem tempo de dar uma última fuçada. ;)


50 comentários:

kalina morena disse...

Interessante sua reflexao. Entendo e concordo com seu pensamento.
Mas, por favor, deixe seu perfil no ar por mais outra semana inteira para eu poder ir la e anotar pelo menos um tanto de suas tantas preciosidades.

lili disse...

Ana, você tem instagram?Lá é um lugar maravilhoso para mostrar seus trabalhos sem bla bla bla!

Anna disse...

oi Anna,

legal ler suas reflexões sobre o facebook. Me identifiquei bastante. Encerrei minha conta já há uns dois anos e não sinto falta alguma (e eu achei que fosse voltar em uma semana) e ainda fico espantada no quanto de problema que as pessoas criam por causa dessa ferramenta. De certo tem bons aspectos, mas realmente não é a minha praia.

Sigo por aqui, te acompanhando.

beijos, Anna

Lulu Aché disse...

Oi, Ana Elisa. Cheguei aqui no blog há muito tempo, quando o Matador de Dragões era bem pequeno, acho que ainda nem catava as ervilhas do arroz. Desde então, nunca fiz nenhuma das receitas, mas nunca deixei de ler nenhum dos textos! Parabéns pela forma como escreve, cozinha e pinta. Parabéns pela sinceridade e simplicidade, sempre. Destralhar é um dos maiores prazeres da vida, junto com a comida e os filhos! Destralhar do facebook será uma libertação! Aproveite! Carinhos a todos!

kalina morena disse...

Interessante sua reflexao. Entendo e concordo com seu pensamento.
Mas, por favor, deixe seu perfil no ar por mais outra semana inteira para eu poder ir la e anotar pelo menos um tanto de suas tantas preciosidades.

Mari Beznos disse...

Que bom ler um texto seu de novo. Eu acompanho o blog desde antes dos filhos, já fiz várias receitas que vc publicou. Até usei a do Bolo de Cerveja Stout no Bake Off Brasil. Tenho duas ilustrações suas (pesto e caprese) e agora conheci o canal no Youtube. Já me inscrevi e vou adorar se resolver cozinhar pra gente por lá. Quem sabe vc vem ensinar uma receita no meu canal? (Mordida Perfeita). Apoio sua decisão de sair do FB e adoro sua volubilidade. "Morre lentamente quem não muda..." Um beijo.

Livia Luzete disse...

Delícia!!! Então, garota estamos de volta aqui! Sim,sim cherie, respeite seu tempo. Tudo tem um tempo. E o que importa sao as lições. Eu nao abandonarei o FB por questao de faculdade e eu tb filtro num nivel extra hard aquilo tudo. Mas poder retornar aqui (mesmo que vc leve um tempo mais esparso p postar) vai de encontro a fazer eu retornar pro meu blog. Também preciso escrever. Um abraço!

Anônimo disse...

Oi Ana,
descobri o blog por acaso a mais ou menos um ano e li todo o histórico de postagens porque tudo era interessante. Nunca te acompanhei em nenhuma rede social, mas sempre venho a esse espaço na esperança de um texto novo. Adoro suas receitas, mas especialmente a forma como escreve. Mesmo que esporádicos é um prazer entrar nessa página e me deparar com um post novo, bem escrito, com visão de mundo além das receitas.

Anônimo disse...

Ana Elisa, conheci o teu blog através do Tecnicolor Kitchen à cerca de 4 anos atrás, e só mais recentemente passei a acompanhar-te no Facebook. Compreendo o teu desencanto com ele, e subscrevo completamente. O que sinto é que parece que as pessoas ficam reféns dele, com a obrigatoriedade de "picar o ponto" (a publicar, a gostar). Depois há as "sugestões" de páginas de acordo com os nossos gostos. Tenho pena de não voltar a ver as tuas ideias das refeições que surgem do que tens disponível, mas deixaste uma "sementinha a germinar na minha cabeça", com as várias combinações de alimentos (grãos, legumes, farinhas de vários tipos, etc). Irei continuar a acompanhar o teu trabalho, seja aqui no blog, como nas páginas onde tens os teus trabalhos. Sê feliz com as tuas escolhas, e desejo tudo de bom para ti e para a tua família. És coerente nas decisões que tomas, isso nota-se na tua evolução ao longo do tempo, e que é visível no rumo da tua culinária. Um grande beijinho de Portugal, Sara Oliveira

Tess disse...

Que bom que estás de volta Ana Elisa!
Sempre passava aqui na esperança, e funcionou!

Patricia Garcia disse...

Ana Elisa! Que bom que decidiu voltar!
Foi muito bom abrir minhas mensagens e bater o olho no velho e otimo "La cucinetta".
Bjs!!

Unknown disse...

Acompanho o blog há muitos anos, antes mesmo do Pequeno Matador de Dragões existir, e o blog sempre foi uma excelente fonte reflexão sobre tudo ma vida, e de estímulo à prática de cozinhar. Cada post novo é uma agradável surpresa. Bom vê-la de volta :)

Anônimo disse...

Acompanho o blog faz tempo, apesar de nunca ter me pronunciado, é um dos poucos q considero favoritos.
Sua exposição é tão lúcida e é essa a realidade que acredito... parabéns!!!
Tenho a mesma visão do facebook, onde fiquei por 2 anos afastada, e há 2 dias resolvi reativar a pag por insistência de parentes e amigos próximos... em 24hs já me arrependi e já estou com o dedo pronto pra desativá-lo novamente.
Não criticando quem gosta da rede, pq cada um é cada um, mas realmente é uma perda de tempo e de energia.
Bj com admiração,
Angela Souza

Opi Matoaka disse...

Estou sempre lendo, mas acho que nunca cheguei a deixar um comentário.
Então, vim deixar um "like" por aqui, para mostrar o meu apoio também.

karla dani disse...

Ana, vim aqui a tempo de ver o matador de dragões comer sozinho e a Madame Bochechas chegar. Li quase tudo, confesso que fiz poucas das receitas, mas, principalmente, me inspirei. Hoje SEMPRE tem muitas, muitas, muitas verduras e legumes à mesa. Lembro muito de você dizendo como ia à feira, comprava verduras para um batalhão e depois tratava de usar tudo, sem estragar. Fora isso, teve a mudança de cidade, as viagens, as crianças, cachorro. delícia compartilhar tudo isso com você ao longo desses anos, seja pelo FB ou por aqui. bjs!

Joana Félix disse...

Ana Elisa (permita-me a proximidade, apesar de termos um oceano que nos separa), nunca comentei, sendo que a única vez que o fiz foi quando decidiu abandonar o facebook (decisão essa que na altura mereceu o meu comentário, por respeito e admiração). Acompanho o seu blog há anos, e assim continuarei. Ainda que espaçados, seus textos e reflexões poderiam tão facilmente ter sido escritos por mim, que a identificação que aqui encontra me faz sentir em casa. Com carinho de Portugal, Joana Félix

patricia disse...

Que curioso. Leio seu blog há muito tempo e meio que é minha referência culinária mais "próxima" - quando quero tentar algo novo ou desempatar as diferentes e antagônicas receitas que aparecem, dou uma busca aqui ☺
Não te acompanhei no fb. Continuo recebendo o feed (sou das antigas).
Mas enfim, o curioso do início é que você e outro blog que acompanho e adoro voltaram a blogosfera recentemente depois de um longo tempo. Deve ser um bom sinal!

Débora Garcia Gomes Leite disse...

Ana Elisa, te conheço há muito tempo... Antes dos meninos, antes de um tanto de coisa... Te acompanho pq me identifico com seu modo de cozinhar e de viver. E não sei bem pq resolvi escrever p dizer que a internet é uma coisa estranha, uma faca de dois gumes... Um alento e um tormento... Mas mesmo em meio a tudo isso sigo sendo inspirada por pessoas como vc! Mesmo com postagens esparsas, mesmo com esse tanto de conflito "coisa natural" mas pouco dita nesse universo digital em que todo mundo quer ser bom, magro, rico e perfeito. Siga em frente! Estamos juntas! Debora Leite Bh

raq disse...

Confesso que quando você anunciou sua ida pro facebook, fiquei um pouco preocupada de você abandonar seu blog que é tão bom e que eu gosto e uso tanto, há tanto tempo. Acho que passo por aqui pelo menos 1 vez por semana, na esperança de achar um post.
Facebook eu nunca tive e nem vou ter. Não concordo com uma empresa ser dona na internet (tem muita gente que acha que internet é o facebook o.O), e não gosto de nada no formato dele.
Estive e estarei por aqui sempre.

Amanda disse...

Sou leitora do blog há alguns anos e, por aparecer só de vez em quando e ler vários textos de uma vez (mais ou menos como quem guarda as séries favoritas pra fazer maratonas) só descobri um dia desses que existia a conta no facebook e comecei a seguir.
Também tenho sentido um estranhamento com o facebook recentemente.. Além disso, acho a dinâmica do blog muito mais acolhedora pra nós, leitores. Mesmo sem interagir, sinto como se te conhecesse, a parte mais legal dos textos é quando você explica a história por trás das receitas.
Então vim aqui deixar o meu "like" e um apelo para que não pares de nos presentear com um pedacinho da sua rotina, é muito inspirador pra quem te acompanha, mesmo sem dar as caras com frequência :) (me senti egoísta agora por não dar a minha participação, prometo ser mais assíduas nos comentários também a partir de hoje :D)

Lorenna disse...

Como leitora do blog (desde quando você era recém-casada) adorei a sua "volta".
E sim, o contato aqui parece ser muito mais pessoal (ainda que as pessoas do outro lado da tela se mantenham quietinhas na maior parte das vezes).
Semanalmente verifico se há novidades no Youtube e no blog... mas o Facebook -desculpa, Ana-, não me pegou... Com todo o respeito por seu trabalho e dedicação a ele, sempre tive a impresão de que os textos eram jogados ali... Enfim, espero ser compreendida em meu comentário, e parabéns, por mais uma vez ter coragem de tentar algo (que se for bom ou ruim, só você poderá dizer).
Com muito afeto, Lorenna.

Anônimo disse...

Olá, acompanhava seu blog antes de ter seu primeiro filho. Lembro que você também desanimou escreveu um texto de desabafo dizendo que iria parar com o blog ou alguma coisa parecida. Fiquei triste, porque adorava seus textos e acabei não entrando mais pensando que tinha parado. Inclusive uma vez te mandei um email pedindo um orçamento do quadro da Nonna em treinamento, que adoro e me faz lembrar muito minha mãe, não tive condições de comprar mas quem sabe um dia.
Um dia desses estava procurando uma receita e me deparei novamente com seu blog atualizado, fiquei feliz e vi que tinha perdido muito do que escreveu. Tambem não tenho Facebook e tão menos Wats, mas espero que continue escrevendo aqui. Um abraço
Diney

dancewithyou disse...

Achei muito bacana suas reflexões sobre o facebook, me fizeram pensar sobre um tantão de coisas, mas a minha pergunta é sobre a receita! :) No modo de preparo, você diz que deixa no forno com tampa por 30 min e sem tampa por 15. Não entendi o que você quis dizer com tampa... a do forno?
Obrigada!
Abraço!
Thais

Suse Portes disse...

Ana, sigo você há bastante tempo aqui no blog, gostei quando foi pro face, mas é verdade que o blog é mais complexo e profundo, gosto imensamente! continuaremos por aqui e também quero acompanhá-la pelo pinterest mas não entendi como faço para adicioná-la (uso pouco a plataforma e encontrei o recurso para adicionar amigos). Obrigada

Claudia A. disse...

Também a acompanhei no inicio e volto anos depois: puxa, você é tão egocentrada e encantada consigo mesma, não dá.

suely sorrentino disse...

Que legal que voltou,te acompanhava lá no face mas tb encerrei minha conta...sem paciência pra tanta futilidade

Fernanda Saraiva disse...

Ótima notícia!!!! Ana Elisa, quando você voltou para o facebook, me senti perdida. Poxa, somente eu não me rendo a essa coisa? Nunca tive essa conta. Pensei: ela tão inteligente e sensível... Devo realmente não ser uma pessoa normal. Mas a esperança de ler textos incríveis me fez voltar e voltar por aqui. Ana Elisa, você é incrível, me identifico muitíssimo com você. Sou liberiana também de 01/10 e me enxergo através dos textos,me compreendo. Obrigada!!!

Laís de Gênova Claudino disse...

Ana Elisa,não poderia concordar mais com o seu relato. Eu fiquei mais de 2 anos sem facebook e reativei no começo do ano por motivos de: queria ter vizinhos no The Sims pra passar as tarefas rsrsrs
Fora isso, não uso pra nada. Quase nunca vejo o feed e, quando abro, passo raiva com os pensamentos vazios, com as brigas por política e etc...
Eu AMO seu blog,sinto falta das postagens aqui. Agora estou acompanhando o seu canal no youtube (atrasadíssima ) e é muito legal vincular seus textos à uma pessoa de verdade rsrs. Vc é muito engraçada! ;)

Carol Mafra disse...

Ana, se tem gente que critica sua "volubilidade", é justamente dela que tanto gosto acompanhando seu blog há anos. Acho muito legal sua capacidade de testar, se abrir para uma experiência, ver e entender se ela serve pra você e tomar uma decisão baseada nisso. Amo o blog, amo seus textos (e já te disse isso pessoalmente ainda que pagando de louca desconhecida que te abordou no bar) e admiro seu jeito de buscar sempre chegar cada vez mais perto de quem você é e se permitindo viver cada vida e cada experiência. E por isso que com ou sem textos frequentes, sempre venho aqui acompanhar suas receitas, escritas, desenhos e reflexões.

RAFA disse...

É, rede social é cheio de besteiras mesmo, tem que abstrair. É por isso que restrinjo muito o que chega no meu feed de notícias para não me irritar.
Essa receita de pão é muito bacana, estou treinando para aprender a fazer pães bacanas assim, vou tentar. Abs.
http://www.tudonapanela.com.br

Andreza disse...

olá

Rita Santos disse...

Adorei. Bem vinda!

Hellen Silva Tobaldini disse...

Ana,
Adorei o texto, compartilho sua opinião sobre o Facebook, só preciso da coragem de me livrar do meu lado "voyeur" para abandonar de vez. Você assistiu aquele documentário "Cooked" do Netflix, eles abordam o pão e fermentação natural de uma forma muito bacana. Parabéns pelos seus textos sempre inspiradores!

Rodmsantos disse...

Feliz com a volta do blog, perdi quase todos os seus posts no Facebook.

Anônimo disse...

Eu também estava com saudades!

Socorro Fonteles disse...

Ana Elisa, que bom, que bom, que bom que você está realmente de volta. Sou uma das suas leitoras que continuaram a ver o blog mesmo com ele às moscas, pois também não gosto de facebook. E você volta com uma receita que eu estava criando coragem pra pesquisar e tentar fazer. Bem vinda de volta à sua terrinha!

Anônimo disse...

Vc voltou,vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!

Adoro seu blog!!!

Sigo vc há anos, e posso lhe dizer do fundo do meu coração: que falta vc me fez!

Estou hiper-mega-feliz!!!!

Bjssss mil!!!

Sua fã desde sempre, eu, Heleni Silvia Pierri Galindo.

Marisa M disse...

Oi Ana! Obrigada por dar continuidade ao blog. Para mim ele é uma inspiração para cozinhar e refletir. Beijos! Marisa

linda disse...

Estou com 2 tamagochi na geladeira ( meus fermentos) . Um de abacaxi com farinha integral e outro de farinha branca. Mas ainda não acertei bem fazer os pães. Eles ficam meio massudos e sem a casca crocante. Mas não desisti. Talvez seja meu forno. Mas não tenho deixado tantooooo tempo fermentando como a sua receita. Mas vou continuar tentando. To fazendo pães pra vender, mas o povo só quer sem glúten, se tiver uma receita sem glúten legal, manda. Bjs

flavenrik disse...

Eba!!!! tenho horror ao facebook e confesso q fiquei triste com o "abandono" deste blog, mas sempre dava um passada pra ler seus textos e reproduzir receitas. Nunca comentei aqui (leio este há anos, vc em tinha filhos, imagina!) mas hj vim dizer q adoro seus textos e receitas. Parabés!

abraço

Flávio

Isabela Liborio disse...

Fico contente com a sua coragem!
Nunca tive uma conta no facebook e isso me deixa satisfeita. Com o tempo as pessoas param de insistir...
O seu blog é realmente um belo lugar para nos refugiarmos na web, não o abandone por favor.
Beijo grande.

Isabela.

Mari disse...

entra ano e sai ano e esse é o único blog que nunca peguei bode. só venho ler de vez em quando, e sempre acerto de ter post novo. amo porque é algo leve.. natural. <3 quanto ao facebook, fiz uma conta há anoss e há anoss não lembro mais a senha. graças a Deus

Su disse...

Concordo com tudo o dito e penso que no fundo quando nós escrevemos no blog, escrevemos para os outros, mas sobretudo para nós próprios e por isso, mesmo sem "likes" as mensagens, tempo e energia dispendidos valem a pena, quanto mais não seja por nós próprios. É um bom investimento, mesmo quando mais ninguém lê.
Bons investimentos por aqui.
Hoje foi a minha primeira visita ao blog por sugestão ótima de uma amiga mas passarei mais vezes concerteza.:)
Até breve

Carlinha disse...

Ana, não acompanhei seu facebook, mas o blog eu não abandono nunquinha!!!

Cynthia Martins Nogueira disse...

Ana,
Pelo pão, muito obrigada! Já ralei horrores atrás de receitas de fermentação natural e nunca deram certo.
Pela clareza do texto sobre Facebook e desperdício com vida virtual, obrigada de novo pela clareza e concisão.
Quanto ao blog, amo, adoro, é o meu livro de receitas e um descanso pra mente ler seus textos. Posso dizer sem medo que, me tornar sua leitora me tornou melhor cozinheira e consumidora.
Á espera de muitas interações através de receitas (e assim que possível, mais polpa de buriti).
Vida longa e próspera !

Caio Cézar disse...

Adoro o seu blog; sempre adorei!! Quando quero inspiração pra cozinhar (e pra vida) costumo vir aqui.
Eu fiz uns testes com fermentação natural ano passado e não deram muito certos, mas os que quaaaase chegaram lá ficaram uma delícia. Da primeira vez usei o livro do Paul Hollywood, mas depois descobri o "Tartine", do Chad Robertson; você conhece? Ele utiliza um método que consiste em dobras pra sovar o pão. Gostei muito! Acho que depois desse texto vou voltar pro mundo dos cascas grossas de novo, sobretudo porque recentemente meu banneton chegou! :))

Andrea disse...

Ana
Acabo de conhecer seu blog. Há como inscrever-se para receber as novas postagens?

Fernanda disse...

Ana, fiquei um bom tempo longe do seu blog, por motivo de outros interesses (entre ele alguns grupos fechados no facebook com discussões ricas) e retornei agora por puro acaso (estava compilando os links de que gosto e resolvi voltar para o seu)... E que surpresa te “ver” de novo, com tanta mudança na sua vida (e na minha) e com tanta sintonia de momentos.
A última vez em que acompanhei direito seu blog você tinha acabado de descobrir que estava grávida (da primeira)! Eu agora nõa lembro, mas acho que tb estava ou estava tentando, porque me lembro de ter ficado muito feliz por você e sentir identificação com o momento. Hoje, a identificação não podia ser maior: desde então, eu tb tive dois filhos (um menino e uma menina), tb estou num momento de repensar a vida, procurando focar mais na carreira de ilustradora, refletindo sobre local para morar, quantidade de tralhas, interface virtual – a poucos passos de encerrar minha conta no fb também, que louco – e... aprendendo a fazer pão por fermentação natural!!
Que doideira isso. Boa parte do seu post poderia facilmente ter sido escrita por mim...
Há muito tempo eu nõa te lia, mas curto muito suas escritas, curtos suas reflexões, seus textões (também sinto falta disso nesse mndo de 180 caracteres da internet) e suas receitas. Espero que tudo dê certo, e me manterei aqui, acompanhando.
Boa sorte pra nós, tudo de bom pra você!
Um grande abraço virtual de quem não te conhece mas se vê muitas vezes em seus textos e sente grande carinho por você e por este espaço (foi o primeiro blog de culinária que me interessou de fato, talvez por não ser profissional e sim amador – coisa de quem faz por amor!).
Fernanda

Unknown disse...

Oi Ana,

A muito não lia um texto tão bem escrito, e do qual me identificasse tanto. Serei honesto, não cheguei ao seu blog por conta das receitas, mas sim por conta desse texto sobre "o fim do facebook", e o que me levou a isso foi uma analise que fiz pela milésima vez se é normal não ter facebook, reflexão que por sua vez fiz quando fui numa festa dias atrás e ao encontrar um conhecido ele comentou, "nossa, até que enfim saiu de casa", pensei, "com base em que ele diz isso se eu tenho uma vida social ativa", logo cheguei a conclusão, como tenho pouco contato com ele, temos poucos amigos em comum, e acima de tudo não possuo facebook para postar as festas, baladas, viagens, aniversários, etc... logo, na mente dele, não tenho vida social.
É obvio que possuo amigos e parentes que possuem conta no facebook, mas percebo que a ferramenta presta mais desserviço do que ajuda, a impressão que dá é que as pessoas perdem o hoje, para mostrar aos outros que estão felizes, ricas, bonitas e bem sucedidas todo o tempo, se importando mais com a aprovação alheia, do que viver o momento presente, exatamente como você citou, sobre a criança que busca aprovação da mãe quando faz um garrancho na escola, enfim, Freud explica!

Lele disse...

oi, Ana!

vim pesquisar algumas receitas sem gluten (para dieta da minha mãe) e leio este post.
Apesar de ter usado muito o FB pro trabalho, te digo que é uma delícia estar fora dele já por mais de 2 anos :). E confesso que neste espaço, mais do que receitas, gosto mesmo é ler suas experiências, seus processos. Faço cerâmica há dois anos e é como se eu precisasse entender algumas das mudanças da minha própria jornada por este mundo de cabeça para baixo.

Curta o seu tempo. Escreva no seu tempo. Quem sempre curtiu o blog sempre estará por aqui!!

bjs e saudades!
Lele

Cozinhe isso também!

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