segunda-feira, 1 de março de 2021

Pequenas coisas. Um bolo de chocolate.


 

"Mamãe, a professora pediu pra levar um snack sem pote amanhã", disse Laura, pulando de camisola pelo apartamento. Suas pernas e suas bochechas ainda tinham aquele brilho úmido e avermelhado do banho quente, os cabelos à la Mia Farrow pingando água, os óculos de aro violeta desembaçando aos poucos, com o contato do ar frio da sala. 

Eram sete da noite. Estava escuro e frio-refrigerador lá fora. Do lado de dentro, os abajures produziam uma luz amarelo-quente como as chamas de uma lareira.

"Por quê?'", perguntei, levando à mesa a panela de arroz, e interrompendo a conversa para pedir a Thomas um Untersetzer, ou "únta-zétze", como acabo pronunciando, porque essa palavra me vêm à mente mais rápido que qualquer outra quando preciso de um "descanso de panela" ou um "coaster". Thomas levantou devagar do sofá, olhar tenso por trás dos óculos azuis retangulares, deixou seu livro cuidadosamente aberto de páginas para baixo sobre a almofada, e cumpriu a tarefa em silêncio. Únta-zétse na mesa, criança de volta ao sofá com a cara enfiada no livro. Laura e eu observamos aquele movimento, como quem espera uma família de patos atravessar a avenida. 

De volta à conversa, Laura explicou: "A Mrs. Markandonis vai levar a gente no parque amanhã, e a gente não vai levar lancheira. Ela pediu pra levar um snack que é wrapped, como um cereal bar."

Eita. 

"Bom, não tem nenhum snack assim em casa", respondi, sem conseguir me imaginar me encasacando de novo para ir ao mercado por uma barra de cereal. "Mas eu posso fazer um bolo, e você leva ele em papel-alumínio. Pode ser?"

"Tá bom. Bolo do quê?"

"Menor ideia. Vou ver o que tem na geladeira. Agora venham jantar."

"O que tem?"

"Ah. Arroz, soufflé de brócolis e aquela cenoura cozida que vocês gostam."

"Por que é que ela tá marrom?"

"Porque eu usei aquelas cenouras coloridas, achando que ia ficar lindo, mas elas desbotaram e ficaram marrons." Laura fez uma careta. "Tá feio, mas o gosto é igual."

"O importante é estar gostoso, né, mamãe?"

"Exato. Agora chama teu pai, que acho que ele saiu da reunião."

As crianças levaram os pratos à pia, após a refeição. "Quem vai limpar a mesa hoje?", perguntei, ajeitando tudo nos espaços vazios da lava-louças, sentindo uma satisfação infantil ao conseguir resolver aquele quebra-cabeças de pratos, panelas e tigelas da forma mais eficiente possível. Competência. Tapinha nas costas. Um sorriso meu só para mim. Enquanto isso, Thomas já havia apanhado pano e spray e já terminava de esfregar a mesa e dobrar os guardanapos de pano. Laura deixara o ambiente sorrateiramente. "Laura, vai escovar os dentes!", exclamei, sem olhar para o quarto. "O Thomas vai primeiro!", sua voz soou do além-porta. "O Thomas limpou a mesa! Você vai primeiro!", rebati. E sua resposta veio arrastada após um som ininteligível de frustração pré-pré-pré-adolescente. "Aaaaaaaaargh! Por quêeeeeeee? Isso é tão boring...!"

Suspirei. 

"Laura, larga a mão de ser chata. Você sabe que tanto faz, dá na mesma, os dois vão ter que escovar os dentes igualzinho, e não importa quem vai primeiro."

"Se não importa, então o Thomas vai primeiro!". Sua voz soou firme e ponderada, com a cadência típica da satisfação de quem ganha uma batalha.

Argh. Respira.

"Laura, é sua RESPONSABILIDADE cuidar do seu corpo. Eu estou pedindo sua COLABORAÇÃO, para que todos possam usar o nosso único banheiro e a gente possa ter um fim de noite legal em família. Precisamos de ORGANIZAÇÃO para dar tempo de ler uma história antes de dormir. Eu continuo esperando que você tenha INICIATIVA para cumprir suas tarefas de forma INDEPENDENTE. Quando você precisa desse tipo de reminder (lembrança), quer dizer que ainda precisamos trabalhar seu SELF-REGULATION."

Silêncio. Usar os termos de avaliação da escola tem surtido efeito no último mês, ainda que me faça soar como uma palestrante de RH. Sinto-me ridícula, mas eles têm conseguido identificar mais facilmente o progresso de seu comportamento e como os professores avaliam sua conduta. Dar nomes aos bois.

Espero, olhando por cima do ombro em direção à porta aberta do quarto, como quem observa um animal selvagem que ainda não decidiu se você é comida ou apenas uma curiosidade no meio do caminho. 

"Aaaaaaargh. Tá bom", ela respondeu, saindo do quarto, não sem revirar os olhos assim que percebeu que eu a estava olhando. Ela tem oito anos. Imagino como será quando tiver dezesseis. Suspirei aliviada, e fui buscar na geladeira uma inspiração. Havia meio pote de sour cream que eu havia comprado não me lembro para o quê, e para o qual eu não tinha nenhum plano. Um bolo com sour cream. Eu tinha várias receitas de bolos que levavam sour cream. Certeza. Mas onde?

Era o repeteco infinito daquela situação que vi repetida a vida toda: você vai ao mercado e finalmente encontra aquele ingrediente exótico que você precisava para preparar uma dezena de receitas, mas quando volta pra casa com o ingrediente exótico comprado, não consegue encontrar uma única receita que o use. 

"Pronto, mamãe!", ela se aproxima, abrindo a boca para que eu verifique se o trabalho foi bem feito. "Tá ótimo, parabéns!", sorrio, dando-lhe um tapinha afetuoso na bochecha. "Vai brincar. Thomas, sua vez."

"Aaaaaaahn...", ele geme por trás do livro. 

"Não começa você também. Vai escovar os dentes e aí você pode terminar de ler. Vai."

Ele se levanta e caminha a passos propositalmente lentos e pesados, como se eu pudesse enxergar o peso imaginário da tarefa sendo carregado por seus ombros magros. Oh, the drama

"Vai logo, que senão não dá tempo de ler história, que eu ainda tenho que fazer bolo."

"Bolo do quê?", ele pára em frente à porta do banheiro. 

"Eu te conto quando você tiver escovado os dentes". 

"Aaaaaaaaaahn..."

Volto aos livros que espalhei no sofá. Não consigo encontrar nenhuma receita que queira preparar. Todas as que levavam sour cream levavam também manteiga, que eu não tinha, ou amêndoas, que eu não podia mandar para a escola. Penso em preparar meu bom e velho bolo de iogurte e substituir o iogurte pelo sour cream, mas me dá preguiça. Sinto no meio das costas e atrás das orelhas aquele comichão de vontade de algo diferente. Será? Toda vez que saio inventando coisa diferente no fim da noite, dá errado.

"Você quer um chá?", perguntou Allex, enchendo a chaleira.

"Sim, por favor", respondi, largando os livros e apanhando o celular. SOUR-CREAM-CAKE-NO-BUTTER, eu digito com o dedão na caixa de busca do Google. 

Levantei os olhos para encontrar Thomas à minha frente, corpo inclinado na minha direção, boca aberta num sorriso forçado que me faz lembrar um cavalo rindo. "Muito bom, amor", eu disse. "Agora, por favor, deem um jeito no quarto para a gente ler uma história."

"Você vai passar o Bob?", perguntou. Bob. O nome carinhoso que dei ao aspirador de pó. Ele quer saber se pode deixar o Lego no chão. 

"Não, só empurra o Lego prum canto do tapete pra ninguém tropeçar durante a noite."

"Tá bom."

"Tá aqui seu chá", Allex se inclinou para me beijar e deixar a xícara fumegante ao meu lado. "Eu preciso terminar uma apresentação para amanhã cedo, mas é coisa rápida", explicou, voltando ao computador no quarto. 

"Ok".

Ok. Encontrei uma receita. Um bolo de chocolate com laranja que usa creme de leite no lugar de manteiga. Já havia feito um destes uma vez, receita de um livro que eu não tenho mais. Perguntei-me se ainda tinha aquela receita em algum lugar, se a havia publicado no blog, mas tive preguiça de procurar. Daria certo substituir o creme de leite por aquele sour cream tão espesso? E a laranja? Eu não tinha suco de laranja. Hmmm... 

"Lauraaaa!", berrei na direção do quarto.

"Quêeeee?", ela berrou de volta. 

"Vou fazer um bolo de chocolate que eu não sei se vai dar certo. Se ficar horrível, a gente compra alguma coisa no caminho da escola amanhã, tá?"

"Tá tudo bem, mamãe!", ela disse, doce, sua cabeça aparecendo de repente do corredor, por trás da poltrona. "Se não der certo, a gente come mesmo assim."

"Tá bom, então, sua linda. Vamos ler história e dormir". 

Thomas apagou as luzes e ligou o abajur. Sentei-me na parte de baixo do beliche, a cama da Laura, e li dois capítulos de um dos livros que trouxe para eles da biblioteca. Uma história de mistério em uma noite passada no museu. O barulho não eram fantasmas: eram passarinhos, que as meninas da história conseguem libertar por uma janela do banheiro. Boa noite, boa noite. Beijinhos. Pulguinhas. Mais um abraço. Mais um. Pega água? Pego. Tá aqui. Boa noite. Boa noite, agora. Laura, pra debaixo da coberta. Thomas, pára de cantar. Laura, pára de chutar o colchão do teu irmão. Eu disse boa noite. BOA NOITE. 

Porta fechada. Ainda ouço os dois conversando, aos sussurros.

Na cozinha, junto os ingredientes. Não há laranja, mas eu tenho esse hábito de congelar a casca das laranjas quando as descasco. Elas ficam muito duras e ralam no ralador muito mais fácil, feito parmesão. E sempre que preciso de raspas de laranjas, posso apanhar uns pedaços de casca congelada para usar. Mas e o suco? Ah, dane-se. Faço um xarope de açúcar. Espera! Acho que ainda tem Cointreau. Uma dose. Ótimo. Metade xarope de açúcar, metade licor de laranja. 

A receita é muito simples. Dessas de uma tigela só. Era pra bater o creme de leite até ele começar a firmar, mas meu sour cream era tão firme que fiz o contrário: bati o creme azedo com um fouet até que ele ficasse cremoso. Coloquei a mistura na forma. A receita pedia para untar com manteiga e polvilhar com farinha de rosca. Eu não tinha farinha de rosca e minha forma é daquele metal engraçado que conduz super bem o calor mas que enferruja. Então forrei com papel-manteiga e não untei coisa nenhuma. 

Bolo no forno. Silêncio. Eu não conseguia ouvir mais a conversa das crianças no quarto nem o som dos dedos de Allex tamborilando o teclado do computador. Havia o som da minha respiração e o sibilar sutil e constante dos canos do aquecedor. Allex apareceu de repente, espreguiçando-se num sorriso de trabalho entregue. "Que cheiro bom", ele disse."Bolo de chocolate", respondi. "Mas não sei se vai dar certo". Ele me olhou sem entender. "Ah, receita nova, mudei um monte de coisa, eu tô cansada e distraída, e você sabe... 2021. Não espero nada."

Assistíamos juntos a um episódio de Lupin, enquanto o bolo crescia. Saiu do forno lindo, uniforme, brilhante, para minha surpresa. Espetei-o todo, e pincelei com a calda de açúcar e licor, enquanto Allex preparava mais um chá. "Quer ver mais um episódio? Acho que é o último."

Na última cena, já dominada pelo sono, levantei para cortar um naco do bolo e guardar o restante sob a redoma de vidro. O miolo era macio e úmido. Gosto forte de chocolate amargo e um aroma delicioso e delicado de laranja. "Gente, que bolo bom", falei de boca cheia. Allex levantou para roubar um pedaço. "Deu certo, então!"

Deu muito certo.

Escovamos os dentes falando de presepadas. Eu contando presepadas das crianças, ele contando sobre presepadas de adultos. "Você vai ler um pouco?", ele perguntou. "Não, esse livro é bom, mas eu tenho tido pesadelos quando leio ele antes de dormir", explico, colocando Educated, de Tara Westover, no criado-mudo. Chamo Allex para vir ver as crianças dormindo. Nenhuma delas está coberta. Laura chutou os lençóis para os pés e dorme em pose de bailarina. Thomas se moveu tanto que os lençóis se enrolaram em seu corpo desconjuntado, parecendo uma marionete enroscada nos próprios fios. Mas dormem tranquilos. Deixamos os dois e vamos dormir. Deixo o escuro do quarto pesar sobre mim. Minhas costas se desmancham sobre o colchão. Amanhã será um dia como foi ontem. Esta noite foi igual às outras. Mas meu bolo de chocolate deu certo. Pequenas coisas. Pequenas, minúsculas coisas. Boa noite. Um beijo. Outro.

Mais um.

....

 

BOLO DE CHOCOLATE COM CREME DE LEITE (ou SOUR CREAM)

(do livro Chocolate is Forever, de Maida Heatter, no site Epicurious)

Ingredientes:

  • 1 1/4 xic, farinha de trigo
  • 2 Colh. (chá) fermento químico em pó
  • 1/4 colh. (chá) sal
  • 1/2 xic. cacau em pó (sem açúcar)
  • 1 xic. açúcar
  • 1 xic, creme de leite fresco ou sour cream
  • 1 colh. (chá) extrato de baunilha
  • 2 ovos grandes
  • Casca ralada de uma laranja

(calda)

  • 1/3 xic. suco de laranja (ou água, se não tiver suco)
  • 3 colh.(sopa) açúcar

Preparo: 

  1. Posicione a grade do forno no terço inferior e aqueça o forno a 180oC. Unte e enfarinhe uma forma de bolo inglês de 20cm, ou forre-a totalmente com papel-manteiga. 
  2. Numa tigela, peneire a farinha, cacau, fermento, açúcar e sal. 
  3. Em outra tigela, bata o creme de leite, a baunilha e a casca de laranja até que o creme de leite tome corpo e firme quando você levantar o fouet. Cuidado se fizer isso com a batedeira, para não bater o creme demais, ou ele pode talhar. O sour cream que usei tinha a consistência de cream cheese, e por isso apenas bati com o fouet até ele ficar cremoso e aerado. 
  4. Junte os ovos, um a um, batendo apenas até que o ovo esteja incorporado. (De novo, se estiver usando o creme de leite, não bata demais para a mistura não talhar). Os ovos vão fazer a mistura ficar mais líquida.
  5. Use uma espátula para incorporar os ingredientes secos, apenas até que não se veja mais farinha. Transfira a mistura para a forma, espalhando de modo uniforme, e leve ao forno por 1 hora, ou até que um palito saia limpo quando inserido no centro e o bolo esteja elástico quando pressionado com o dedo. Enquanto isso, misture o suco (ou água, ou uma mistura de água e licor de laranja) e o açúcar e deixe descansar até dissolver. 
  6. Quando o bolo sair do forno, ainda na forma, fure-o todo com um palito e, com um pincel de cozinha, espalhe toda a calda sobre o bolo. Deixe que ele esfrie completamente antes de desenformar. O bolo se conserva bem por alguns dias em pote fechado e fica melhor de um dia para o outro.


11 comentários:

Exlibris disse...

Impressão errada minha, ou vc parece ser um pouquinho assim menos paciente com a Laura?

atoz disse...

Parece bom. Foi um sucesso?

Ana Elisa Granziera disse...

Exlibris,
Esse foi um recorte do meu dia, então não reflete TODAS as conversas que tenho com as crianças. Não é uma questão de ser mais ou menos paciente, mas de resolver os conflitos com um ou com o outro do jeito que funciona melhor com cada um. Os dois são crianças MUITO diferentes, não apenas por conta da idade (8 e 10, que confere níveis de maturidade diferentes), mas porque suas personalidades carregam diferentes dificuldades e motivações. Thomas colabora pra burro, e é muito responsável nas tarefas da casa (na escola, menos). Eu só tenho que lidar com a falta de foco dele. A Laura é mais resistente com suas tarefas, mais individualista. Ela só faz aquilo que ela acha que está certo, e então eu preciso gastar saliva para convencê-la de que o que estou pedindo precisa ser feito. Por um lado ela é super racional(no sentido de que sempre gostou de argumentar, e é ótima em pegar furo no argumento dos adultos), mas por outro ainda lhe falta maturidade emocional para lidar com alguns conflitos. Daí entra eu dar nome aos sentimentos e comportamentos, para ela identificar melhor o que está acontecendo e conseguir reagir de acordo. Abordagens diferentes para pessoas diferentes, de idades, personalidades e maturidades diferentes. :)

Atoz,
sucesso sim, acabou em um dia e meio. Haha

Isis disse...

Oi, Ana, tudo bem?
Gosto de seus textos sobre as “cotidianices”, essas minúsculas coisas que preenchem a rotina e tornam o dia a dia tão singular. Sempre gostei de filme sobre “nada”, quadro com cenas de interior de casas, música sem refrães marcantes. Para mim, as banalidades são mais reveladoras do todo que um acontecimento épico. Como se eu fosse uma visitante convidada, não uma turista ou um estudioso, alguém mais próximo. Nesses tempos de coisas grandiosas, mais no mau sentido, compartilhar delicadezas é uma forma de resistência. Aliás, roubei essa frase do meu marido ("a delicadeza é uma forma de resistência"), que assim como você, é artista plástico, e trabalha também com aquarela e com delicadeza. Então, com seu desfecho brilhante, termino aqui pedindo: mais um. Mais um.

Clarice. disse...

Ana, Laura faz meu dia com tanta personalidade. Obrigada pelo texto que em tempos difíceis chega como um grande afago.
Acredita que ainda procuro o Gnocchi em cada recorte do seu dia? Leitora apegada tem dessas. Beijo grande.

Vanessa disse...

ana, congelar as cascas das laranjas é uma idéia genial!

etudoacabouemsfiha.com.br disse...

Delícia de texto (do bolo não posso falar, a opinião dependerá de minha mulher executar a receita). Pergunto se posso compartilhar no meu Blog, reproduzindo-o e "linkando" aqui para o teu. Tenho em torno de 2 mil visualizações e acredito que meus leitores apreciarão muito. Caso queira conhecer: https://gersonguelmann.com.br/blog/

Maria Thalia Mesquita Bastos disse...

Só agora depois de quase seis meses volto a seu blog, hehe' eu sou uma leitora fiel, mas tive uns contratempos nesse meio tempo, voltei com a novidade que você lançou um livro e que ele já acabou na Amazon, não acredito! Será que tem previsão de voltar a ter ele físico lá?

Ana Elisa Granziera disse...

Maria, Thalia, não acabou na Amazon, é que a Amazon só vende o E-Book! O livro fisico pode ser comprado nas livrarias, especialmente nos links ali do lado dos posts1
:)

Etudoacabouemesfiha,
O link da receita original está ali embaixo do nome do bolo. Se for usar o meu texto (a tradução que fiz),basta colocar o crédito visível. Mas lembre de manter a origem da receita que eu traduzi(a autora, nome do livro e o site de onde saiu.) ;)

bjs

Luciana disse...

Nossa, essa conversa com a Laura realmente parece um dos meus IEPs. Surreal - mas muito engraçado. :D Parabéns por ser uma mãe que lê e usa report cards. Nunca acho que "meus" pais lêem meus comentários, quiçá que apliquem alguma coisa. <3

Grazielle disse...

Fiz o bolo! Muito bom! ;-)

Cozinhe isso também!

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